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Polícia

PM prende em flagrante mulher suspeita de tentar matar o marido a facadas

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Uma mulher, de 34 anos, foi presa em flagrante na madrugada desta sexta-feira (21.3), por policiais militares da 10ª Companhia Independente, suspeita de tentar matar o marido a facadas, na zona rural, no município de Aripuanã (937 km de Cuiabá). A vítima sofreu três golpes na região das costas e foi socorrida até uma unidade de saúde.

Por volta das 2 horas, os policiais militares foram acionados por uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) para se deslocarem até uma área de chácara, pois um homem teria sido esfaqueado pela esposa.

As equipes encontraram a vítima caída em quarto com três perfurações. O homem foi levado até o Hospital Municipal. Testemunhas relataram aos policiais militares que o casal tiveram um desentendimento.

Na ocasião, a mulher pegou uma faca que estava em cima da mesa e atingiu o marido. Uma vizinha conseguiu conter a suspeita, que fugiu do local. Diante dos fatos, os policiais militares intensificaram o policiamento e localizaram a suspeita.

A mulher confessou que atentou contra a vida do homem. Ela ainda reclamava de fortes dores no ombro, pois teria caído durante a briga. Ela foi levada para uma unidade de saúde, medicada e liberada em seguida.

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A suspeita foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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