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Polícia

PRF recupera motocicleta furtada na BR‑163 em Sorriso (MT)

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Durante fiscalização no km 733 da BR‑163, em Sorriso (MT), na tarde de 5 de maio de 2026, policiais rodoviários federais recuperaram uma motocicleta preta com registro de furto e detiveram o condutor.

A equipe estava em patrulhamento quando abordou a motoneta e consultou os dados nos sistemas oficiais. Ao inspecionar o veículo, os agentes constataram que havia ocorrência de furto registrada em 11 de fevereiro de 2026.

O condutor não possuía habilitação e alegou que a motocicleta pertencia à sua esposa, mas o proprietário legal, contatado pela equipe, confirmou que o veículo havia sido furtado e ainda não havia sido recuperado.

Diante dos fatos, o homem foi preso em flagrância pelo crime de receptação. 

O detido e a motocicleta recuperada foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Sorriso (MT).

A Polícia Rodoviária Federal mantém fiscalização permanente nas rodovias federais, identificando veículos furtados e combatendo a receptação para garantir a segurança de todos nas estradas.

Fonte: PRF – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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