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Polícia Militar prende homem por tentativa de feminicídio contra ex-namorada em Cuiabá

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Um homem de 32 anos foi preso em flagrante, nesta quinta-feira (23.05), suspeito de ameaça e tentativa de feminicídio contra uma mulher, de 50 anos, no bairro Nova Conquista, em Cuiabá. O homem ainda tentou atropelar a vítima e a agredir com um capacete.

Os policiais militares foram acionados para atender uma ocorrência de violência doméstica. A vítima relatou que teve um desentendimento com seu ex-namorado e em seguida ele teria quebrado sua televisão.

Ela contou que foi até o local de trabalho do suspeito para cobrar o dano. O homem, então, passou a proferir diversas palavras de baixo calão, bem como fez ameaças contra a mulher afirmando que acionaria integrantes de uma organização criminosa.

Conforme o relato, em seguida ela jogado água no rosto do denunciado, momento em que ele pegou um capacete e tentou bater na cabeça dela, sendo impedido pelas testemunhas. Assim que a vítima deixou o local, o suspeito tentou atropelar a mulher com uma motocicleta Honda Bros. Os policiais militares conseguiram deter o suspeito, que foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia

Tesoureiro de facção, advogada, assessor da Câmara e jogador de futebol estão entre presos da Operação Replay

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Polícia Civil investiga organização criminosa e lavagem de dinheiro e mira núcleo financeiro ligado a WT, apontado como tesoureiro da facção em Mato Grosso

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (30), o tesoureiro da maior facção criminosa de Mato Grosso, Paulo Winter Paelo Farias, conhecido como WT, a advogada e influenciadora Dayana Karol Moreira, o assessor parlamentar da Câmara de Cuiabá Brunno Passos da Silva e o jogador de futebol amador Alex Júnior Santos de Alencar durante a deflagração da Operação Replay.

A investigação apura crimes de organização criminosa e lavagem de capitais praticados pelo núcleo financeiro da facção. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão, medidas patrimoniais e quebras de sigilo contra 14 investigados em Cuiabá, Várzea Grande, Balneário Camboriú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

WT, considerado o principal alvo da operação, já estava preso desde 2024, quando foi alvo da Operação Apito Final, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Segundo as investigações, ele é proprietário do time de futebol amador Amigos WT, equipe da qual Brunno Passos e Alex Júnior faziam parte.

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Brunno Passos atua como assessor parlamentar do vereador Jefferson Siqueira (PSD) na Câmara Municipal de Cuiabá. Conforme o Portal da Transparência, ele foi nomeado para o cargo em janeiro deste ano.

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Replay é um desdobramento das operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A investigação foi baseada na análise de dados telemáticos, que apontaram a continuidade das atividades da organização criminosa, com divisão de funções, operadores financeiros, utilização de contas bancárias de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade financeira compatível.

A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e veículos, além do bloqueio de ativos financeiros dos investigados. Os bens alcançados pelas medidas judiciais foram avaliados em aproximadamente R$ 17,2 milhões, entre apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, terrenos e veículos. Também foi solicitado o bloqueio de até R$ 15,3 milhões, valor relacionado à contabilidade apreendida durante as investigações.

Segundo a Polícia Civil, outro ponto identificado durante a apuração foi que WT continuava exercendo o comando financeiro da facção mesmo preso em uma unidade de segurança máxima do sistema prisional estadual, repassando ordens a integrantes que permaneciam em liberdade e coordenando a movimentação de recursos do grupo criminoso.

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Conforme a corporação, o nome Replay faz referência à capacidade de reorganização da facção após operações anteriores. A nova fase da investigação busca desarticular o núcleo financeiro da organização criminosa e enfraquecer sua estrutura patrimonial.

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