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Polícia Civil recupera objetos furtados de chácara em Araguaiana

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Vários objetos furtados de uma chácara em Araguaiana (563 km a leste de Cuiabá), foram recuperados pela Polícia Civil, e uma mulher foi conduzida, na manhã desta segunda-feira (29.01).

A ação da Delegacia de Araguaiana com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças, resultou na apreensão de um aparelho televisor, uma motosserra e uma caxa de dom amplificada.

Conforme a vítima, o crime ocorreu cerca de quatro dias depois que funileiros realizaram a reparação na calha da residência. Os criminosos utilizaram as chaves que ficavam escondidas na propriedade para terem acesso ao interior da casa, e não precisaram danificar portas ou janelas.

Ao percebeu a falta dos objetos, o proprietário acompanhando as redes sociais, reconheceu os detalhes na caixa de som que estava sendo ofertada.

Diante dos fatos os policiais civis localizaram a pessoa responsável pelo anúncio de venda na internet, residente na cidade de Barra do Garças.

No endereço a equipe localizou os objetos furtados. A moradora alegou que os produtos pertenciam ao seu marido, que havia adquirido como pagamento de uma dívida por serviços prestados.

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Por não ter interesse em ficar com a caixa de som, ela resolveu divulgar na internet a venda do equipamento. Também foi apurado que o marido, era um dos calheiros que prestou serviço na chácara furtada.

Em seguida os produtos foram apreendidos e restituídos para a vítima. Já a mulher foi conduzida para esclarecimentos.

Conforme o delegado da Derf de Barra do Garças, Nelder Martins Pereira, a resolução de mais esse crime com autoria definida e recuperação dos objetos furtados, é reflexo do comprometimento mútuo dos policiais civis no combate à criminalidade onde quer que ela aconteça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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