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"ÁGUAS IMPEDIDAS"

Polícia flagra captação irregular de água e desmate em área de preservação em VG

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Policiais da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) flagraram nesta segunda-feira (18.03), em uma região de chácaras em Várzea Grande, uma obstrução no leito do rio para captação irregular de água. O proprietário da chácara foi detido em flagrante por crime ambiental e posse irregular de arma de fogo.

A equipe de investigação da Dema foi ao local para apurar uma denúncia, na região do Capão do Pequi e flagrou a canalização de água de um córrego, puxada por uma bomba, para abastecer tanques de criação de peixe, além de um aterro feito para desviar o recurso hídrico.

No espaço também foi detectada a supressão de mata nativa em área de preservação permanente e barramento para acúmulo de água e encontrados um motor estacionário e uma retroescavadeira.

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Um homem de 59 anos, que se apresentou como dono da chácara, chegou ao local durante a diligência e em entrevista com os investigadores informou que tinha uma arma de calibre 28 e munições na propriedade. Ele foi detido em flagrante e encaminhado à sede da Dema.

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O motor e a bomba foram apreendidos junto com a arma de fogo e as munições.

O dono do local vai responder pelos crimes de desmate em área de preservação permanente, extração de recursos minerais, captação irregular de água e posse irregular de arma de fogo.  “Prevenir condutas lesivas ao meio ambiente é cultivar o amor pela vida”, destacou a delegada titular da Dema, Liliane Murata.

A ação policial contou com apoio da fiscalização ambiental do município de Várzea Grande e da Perícia Oficial e Identificação Técnica.

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Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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