Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

A FACADAS

“Perdi a cabeça e acabei cometendo isso”, afirma homem preso por matar a esposa

Publicado em

Mulher foi assassinada a facadas dentro de casa, na presença dos filhos, em Nova Maringá

Uma mulher de 29 anos foi assassinada a golpes de faca pelo próprio marido, na manhã desta sexta-feira (11), no município de Nova Maringá, a 379 quilômetros de Cuiabá. A vítima, identificada como Laila Carolina Souza da Conceição, estava na residência da família quando foi atacada, enquanto os filhos do casal presenciavam a violência.

A Polícia Militar foi acionada após moradores da região ouvirem gritos e relatarem uma discussão intensa no imóvel. Ao chegar ao endereço, os agentes encontraram uma criança em estado de choque pedindo ajuda. Dentro da casa, Laila já estava caída, com ferimentos profundos pelo corpo.

O atendimento médico foi solicitado, mas a equipe do Hospital Municipal apenas confirmou o óbito no local. O autor do crime deixou a residência antes da chegada da polícia, porém foi localizado pouco depois, ainda nas imediações, portando uma faca e com sinais evidentes de sangue.

Detido em flagrante, o suspeito admitiu a autoria e declarou ter perdido o controle durante o desentendimento. A Polícia Civil e a Perícia Oficial foram acionadas para os levantamentos técnicos, enquanto o Conselho Tutelar prestou acompanhamento à criança envolvida.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Governo do Estado publica edital de licitação para construção de Complexo Viário na Avenida Miguel Sutil
Advertisement

Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

Published

on

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

Leia Também:  Pastor e mãe são presos em flagrante por estupro de menina de 10 anos

Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

Leia Também:  "Salvar vidas não tem preço; o investimento vale cada centavo", afirma governador

Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA