Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Polícia

Polícia Civil prende último envolvido em homicídio em Campo Novo dos Parecis

Publicado em

O terceiro envolvido no homicídio qualificado ocorrido em janeiro de 2024, no município de Campo Novo dos Parecis, foi preso pela Polícia Civil, na noite de terça-feira (08.4), em ação para cumprimento de mandado judicial.

O foragido, de 19 anos, teve a prisão preventiva expedida pelo juízo da Comarca local, decorrente da investigação da Delegacia de Polícia de Campo Novo dos Parecis, para apurar o homicídio contra Marta Maria Ferreira Leitão, de 34 anos.

Os policiais civis abordaram o jovem transitando em via pública após denúncia anônima. Diante da prisão o suspeito foi encaminhado para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

O homicídio

No dia 11 de janeiro de 2024, o corpo da vítima foi localizado em uma área de lavoura na zona rural do município. Marta Maria Ferreira Leitão, de 34 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo.

Durante as diligências realizadas na época dos fatos, três criminosos foram identificados e dois deles presos em flagrante delito. O revólver calibre 38 e o veículo Golf de cor bordô, utilizados no crime, também foram apreendidos.

Leia Também:  Caminhonete roubada é recuperada pela PRF em Cáceres (MT)

Conforme o delegado de Campo Novo dos Parecis, Alexandre Segreto dos Anjos, com a última prisão o inquérito que tramita na Delegacia de Polícia será concluído e os investigados serão indiciados pelo crime de homicídio qualificado, cuja pena pode ultrapassar 30 anos de reclusão.

“A equipe de policiais civis trabalhou com todos os recursos e ferramentas investigativas para esclarecer o crime contra a vida. A conclusão do inquérito com indiciamento dos autores reafirma do compromisso da Polícia Civil com a segurança pública e com a resposta célere à criminalidade”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

Published

on

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

Leia Também:  Polícia recupera mais de R$ 600 mil em implantes mamários furtados

Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

Leia Também:  Polícia Militar prende dupla por tráfico de drogas, apreende arma e R$ 1,4 mil

Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA