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Polícia

Polícia Militar prende dupla por tráfico de drogas, apreende arma e R$ 1,4 mil

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam, na noite desta segunda-feira (20.03), dois homens por tráfico ilícito de entorpecentes e porte ilegal de arma de fogo, no bairro Petrópolis, em Várzea Grande. Foram apreendidos um revólver, 31 porções de substância análogas à maconha e pasta base de cocaína e R$ 1,4 mil em espécie. 

De acordo com informações do boletim de ocorrência, os militares foram acionados para atender uma denúncia de desentendimento entre moradores envolvendo um dos suspeitos que estaria armado.

Diante da situação, a equipe saiu em diligência e identificou o suspeito de frente a sua residência um pouco exaltado. Com ele foram encontradas três porções de maconha e uma munição calibre 357. 

Além disso, os militares encontraram no interior da casa outras porções de substância ilícitas, balança de precisão e materiais para embalagem dos entorpecentes. Questionado sobre a arma, o homem relatou que o comparsa havia levado para outra casa e que juntos planejavam um roubo no município.

A equipe acionou policiais do Grupo de Apoio (GAP) para auxiliar nas buscas do suspeito. 

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Já no novo endereço, os policiais encontraram o suspeito, que revelou que a arma estaria escondida no guarda-roupas e que havia cinco munições intactas. 

No local foi encontrada a quantia em dinheiro, que, segundo o suspeito, pertence a sua esposa. No entanto a mulher não estava na residência para confirmar a informação.

Os suspeitos e o material apreendidos foram encaminhados à delegacia. 

Disque-denúncia   
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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