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Polícia recupera mais de R$ 600 mil em implantes mamários furtados

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Mais de R$ 600 mil em implantes mamários, subtraídos de uma empresa de produtos para saúde, foram recuperados pela Polícia Civil nesta quinta-feira (03.10), durante investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

O material foi furtado no mês de junho, de uma empresa localizada no bairro Coophamil, em Cuiabá. Na ocasião, os criminosos arrombaram a parede do estabelecimento e subtraíram diversos objetos. Dentre eles, as próteses mamárias.

Durante a apuração dos fatos, os policiais da Derf receberam informações de que os produtos subtraídos estavam sendo comercializados em uma clínica no bairro Jardim das Américas, também na Capital.

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Em checagem da informação, os investigadores foram até o local e encontraram 24 caixas de implantes mamários. Após conferência, foi confirmado se tratar do material subtraído da empresa da vítima.

As proprietárias da empresa foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos. As investigações seguem em andamento para responsabilização de envolvidos nos crimes de furto e receptação.

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Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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