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Polícia Civil prende mulher por furto e devolve celular à vítima

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Uma mulher de 38 anos foi presa pela Polícia Civil por furto de um aparelho celular em um hotel de Várzea Grande. A prisão foi efetuada pela equipe da Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) nesta quarta-feira (18.3).

A Polícia Civil tomou conhecimento do fato, logo após iniciou diligências investigativas com intuito de identificar e prender o agente do furto.

Com o auxílio das imagens do circuito de segurança, os policiais conseguiram localizar uma mulher apontada como responsável pelo crime.

Durante as diligências investigativas, os policiais conseguiram localizar o estabelecimento onde a suspeita atuava. A equipe se deslocou até o local, confirmando sua identidade e efetuando a prisão da mulher. Ela confessou ter subtraído o aparelho, que estava sobre o sofá do saguão do hotel.

Segundo informações, o objeto era pertencente a um funcionário da hospedaria.

Com a prisão, a suspeita foi conduzida até a delegacia, onde foram realizados os procedimentos legais sobre o flagrante pelo crime de furto simples, previsto no art.155 do Código Penal Brasileiro.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Tesoureiro de facção, advogada, assessor da Câmara e jogador de futebol estão entre presos da Operação Replay

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Polícia Civil investiga organização criminosa e lavagem de dinheiro e mira núcleo financeiro ligado a WT, apontado como tesoureiro da facção em Mato Grosso

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (30), o tesoureiro da maior facção criminosa de Mato Grosso, Paulo Winter Paelo Farias, conhecido como WT, a advogada e influenciadora Dayana Karol Moreira, o assessor parlamentar da Câmara de Cuiabá Brunno Passos da Silva e o jogador de futebol amador Alex Júnior Santos de Alencar durante a deflagração da Operação Replay.

A investigação apura crimes de organização criminosa e lavagem de capitais praticados pelo núcleo financeiro da facção. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão, medidas patrimoniais e quebras de sigilo contra 14 investigados em Cuiabá, Várzea Grande, Balneário Camboriú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

WT, considerado o principal alvo da operação, já estava preso desde 2024, quando foi alvo da Operação Apito Final, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Segundo as investigações, ele é proprietário do time de futebol amador Amigos WT, equipe da qual Brunno Passos e Alex Júnior faziam parte.

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Brunno Passos atua como assessor parlamentar do vereador Jefferson Siqueira (PSD) na Câmara Municipal de Cuiabá. Conforme o Portal da Transparência, ele foi nomeado para o cargo em janeiro deste ano.

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Replay é um desdobramento das operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A investigação foi baseada na análise de dados telemáticos, que apontaram a continuidade das atividades da organização criminosa, com divisão de funções, operadores financeiros, utilização de contas bancárias de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade financeira compatível.

A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e veículos, além do bloqueio de ativos financeiros dos investigados. Os bens alcançados pelas medidas judiciais foram avaliados em aproximadamente R$ 17,2 milhões, entre apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, terrenos e veículos. Também foi solicitado o bloqueio de até R$ 15,3 milhões, valor relacionado à contabilidade apreendida durante as investigações.

Segundo a Polícia Civil, outro ponto identificado durante a apuração foi que WT continuava exercendo o comando financeiro da facção mesmo preso em uma unidade de segurança máxima do sistema prisional estadual, repassando ordens a integrantes que permaneciam em liberdade e coordenando a movimentação de recursos do grupo criminoso.

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Conforme a corporação, o nome Replay faz referência à capacidade de reorganização da facção após operações anteriores. A nova fase da investigação busca desarticular o núcleo financeiro da organização criminosa e enfraquecer sua estrutura patrimonial.

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