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Polícia

Força Tática prende suspeito de importunação sexual com auxílio de câmeras do Vigia Mais MT

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Câmeras do Programa Vigia Mais MT auxiliaram policiais militares da Força Tática na identificação e prisão de um homem, de 36 anos, suspeito por importunação sexual contra uma adolescente, de 13 anos, no município de Nova Mutum (242 km de Cuiabá). 

Conforme informações do boletim de ocorrência, o suspeito aguardou a jovem sair do colégio a passou a persegui-la. A vítima contou que o suspeito fazia diversas perguntas de cunho sexual e insistia para que ela o seguisse, com direção a região dos lagos. 

Segundo a vítima, o homem fez perguntas sobre endereços na cidade, alegando que era novo em Nova Mutum e não conhecia os lugares. A menina conseguiu ligar para sua mãe e sair correndo ao despistar o suspeito, parando em frente à sede do Corpo de Bombeiros, quando encontrou pessoas que a deixaram em segurança. 

A jovem relatou características do suspeito e com auxílio das câmeras do Programa Vigia Mais MT, os policiais conseguiram identificar e efetuar a prisão do suspeito. O homem foi detido no seu local de trabalho. Ele foi foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.  

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Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia

Tesoureiro de facção, advogada, assessor da Câmara e jogador de futebol estão entre presos da Operação Replay

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Polícia Civil investiga organização criminosa e lavagem de dinheiro e mira núcleo financeiro ligado a WT, apontado como tesoureiro da facção em Mato Grosso

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (30), o tesoureiro da maior facção criminosa de Mato Grosso, Paulo Winter Paelo Farias, conhecido como WT, a advogada e influenciadora Dayana Karol Moreira, o assessor parlamentar da Câmara de Cuiabá Brunno Passos da Silva e o jogador de futebol amador Alex Júnior Santos de Alencar durante a deflagração da Operação Replay.

A investigação apura crimes de organização criminosa e lavagem de capitais praticados pelo núcleo financeiro da facção. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão, medidas patrimoniais e quebras de sigilo contra 14 investigados em Cuiabá, Várzea Grande, Balneário Camboriú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

WT, considerado o principal alvo da operação, já estava preso desde 2024, quando foi alvo da Operação Apito Final, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Segundo as investigações, ele é proprietário do time de futebol amador Amigos WT, equipe da qual Brunno Passos e Alex Júnior faziam parte.

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Brunno Passos atua como assessor parlamentar do vereador Jefferson Siqueira (PSD) na Câmara Municipal de Cuiabá. Conforme o Portal da Transparência, ele foi nomeado para o cargo em janeiro deste ano.

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Replay é um desdobramento das operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A investigação foi baseada na análise de dados telemáticos, que apontaram a continuidade das atividades da organização criminosa, com divisão de funções, operadores financeiros, utilização de contas bancárias de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade financeira compatível.

A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e veículos, além do bloqueio de ativos financeiros dos investigados. Os bens alcançados pelas medidas judiciais foram avaliados em aproximadamente R$ 17,2 milhões, entre apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, terrenos e veículos. Também foi solicitado o bloqueio de até R$ 15,3 milhões, valor relacionado à contabilidade apreendida durante as investigações.

Segundo a Polícia Civil, outro ponto identificado durante a apuração foi que WT continuava exercendo o comando financeiro da facção mesmo preso em uma unidade de segurança máxima do sistema prisional estadual, repassando ordens a integrantes que permaneciam em liberdade e coordenando a movimentação de recursos do grupo criminoso.

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Conforme a corporação, o nome Replay faz referência à capacidade de reorganização da facção após operações anteriores. A nova fase da investigação busca desarticular o núcleo financeiro da organização criminosa e enfraquecer sua estrutura patrimonial.

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