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ELEIÇÕES 2026

“Tenho orgulho de chamá-lo de meu amigo”, afirma Gaspar ao apoiar Coronel Assis

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Declaração ocorre durante articulações do PL para definir suas estratégias eleitorais em Mato Grosso

O ex-secretário de Segurança Pública de Alagoas Alfredo Gaspar declarou apoio ao deputado federal Coronel Assis (PL-MT) durante um encontro político divulgado nas redes sociais do parlamentar.

Gaspar, que integra a chapa de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial deste ano como candidato a vice-presidente, destacou a atuação de Assis e defendeu sua permanência na Câmara dos Deputados.

“Coronel Assis tem trabalhado com muita honra e dignidade, e eu tenho orgulho de chamá-lo de meu amigo. Tenho certeza de que o Mato Grosso o trará de volta, ainda com mais votos, para representar melhor quem mais precisa, que é o povo brasileiro”, declarou.

Com trajetória ligada à segurança pública, Coronel Assis construiu sua carreira antes da política dentro da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT). No Congresso Nacional, essa experiência passou a orientar sua atuação parlamentar, especialmente em propostas relacionadas ao setor.

A manifestação de Gaspar ocorre em um momento de articulação das forças bolsonaristas para a disputa eleitoral de 2026. Dentro do PL, lideranças estaduais e nacionais trabalham para consolidar candidaturas consideradas estratégicas para ampliar a presença do partido no Congresso.

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Em Mato Grosso, a movimentação também aproxima o projeto eleitoral de Assis de nomes ligados diretamente à família Bolsonaro, fortalecendo a conexão do parlamentar com o grupo político que pretende ampliar sua influência nas eleições deste ano.

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Política MT

“A esquerda criou o feminicídio”, diz Odilio Balbinotti ao defender mais punição a criminosos

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Suplente de José Medeiros ao Senado critica criação do crime de feminicídio, questiona auxílio-reclusão e defende independência financeira das mulheres

O empresário do agronegócio Odilio Balbinotti (PL), primeiro suplente na chapa do deputado federal José Medeiros (PL-MT) ao Senado, afirmou que a criação do crime de feminicídio não trouxe resultados efetivos para reduzir os assassinatos de mulheres no país. A declaração foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais.

Ao abordar os índices de violência contra a mulher, Balbinotti citou dados sobre o número de assassinatos registrados no Brasil e chamou atenção para a situação de Mato Grosso, que aparece entre os estados com maiores índices de mortes de mulheres.

“A cada 5 horas e 25 minutos, uma mulher é morta no Brasil. Os três primeiros meses foram os mais letais desde 2015. E, infelizmente, o nosso Mato Grosso é recordista nacional em morte de mulheres”, afirmou.

Na sequência, o empresário criticou a criação da tipificação específica do feminicídio e atribuiu a iniciativa à esquerda. Para Balbinotti, a mudança na legislação não resolve, por si só, o problema da violência contra as mulheres.

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“A esquerda criou o feminicídio, que na realidade é o homicídio de mulheres. Não resolve nada criar um nome. O que nós precisamos realmente é de ação contra esse absurdo”, declarou.

Balbinotti também questionou o auxílio-reclusão, ao comparar o benefício pago aos dependentes de segurados presos com a falta de assistência, segundo ele, às crianças que perdem as mães vítimas de assassinato.

“Pessoal, nós temos no Brasil um absurdo que se chama auxílio-reclusão. Na realidade, é para a família de quem cometeu o crime. E aquele filho que perdeu a mãe não tem apoio nenhum do Estado. Então você vê que é uma total inversão de valores”, disse.

Como alternativa, o empresário defendeu o endurecimento das punições contra criminosos e a ampliação das condições para que mulheres tenham independência financeira e consigam romper relações abusivas.

“A solução para mim são dois pontos importantes. A primeira é acabar com a impunidade. Bandido é bandido. Cometeu crime, tem que realmente cumprir a sua pena”, afirmou.

Segundo Balbinotti, a dependência financeira ainda é um dos fatores que mantém muitas mulheres em relacionamentos marcados pela violência.

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“A mulher precisa ter cultura, se educar e conseguir ter o seu ganho, a sua sustentabilidade econômica. Porque muitas mulheres, às vezes, ficam com esses homens que abusam delas, que batem e que acabam culminando com um homicídio, porque elas ficam reféns desses homens”, declarou.

Ao final do vídeo, Balbinotti defendeu políticas que garantam maior autonomia econômica às mulheres.

“Então nós precisamos empoderar essas mulheres e dar condição de elas subsistirem e terem o seu caminho independente desses homens”, concluiu.

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