Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política MT

Edna Sampaio deixa Comissão da Mulher após casos envolvendo seu nome

Publicado em

A vereadora Michelly Alencar (União), declarou em entrevista aos jornalistas na manhã desta terça-feira (01), que não poderia se omitir em relação ao afastamento da vereadora Edna Sampaio (PT), da Comissão da Mulher. “Nunca é uma vitória uma mulher sair da Comissão da Mulher, principalmente diante de um caso como esse. Mas não poderia me omitir diante de uma situação dessas, uma mulher grávida foi demitida, além das irregularidades, envolvendo a verba indenizatória desta servidora. Acredito inclusive que é uma derrota para própria representatividade feminina, que esperava uma conduta diferente da vereadora Edna.” afirmou Michelly Alencar.

O pedido de afastamento foi protocolado para que Edna deixasse a Comissão após a ex-chefe de gabinete da parlamentar, Laura Natasha, apontar que foi desligada por estar grávida. A declaração ocorreu durante a oitiva na Comissão de Ética, que investiga denúncias de “rachadinha”.

Porém, enquanto a procuradoria da Câmara de vereadores analisava o pedido de afastamento temporário, Edna Sampaio deixou a Comissão da Mulher da Câmara de Cuiabá, após a vereadora Michelly Alencar solicitar que ela deixasse a comissão.
“Com relação à Comissão de Direitos da Mulher, a própria vereadora Edna, depois do meu pedido de afastamento, fez o pedido de que realmente não gostaria de estar na Comissão de Direitos da Mulher. Então, esse pedido já foi protocolado. Portanto, ela não está mais como membro da Comissão de Direito da Mulher”, pontuou Michelly.

Leia Também:  Diego vê Republicanos com parlamentares federais e até 6 estaduais

Comissão de Direitos da Mulher

A Comissão da Mulher era composta pelas vereadoras Michelly Alencar (UNIÃO), Marcos Brito (PV) e Edna Sampaio (PT), que está afastada.
A Comissão tem como principal foco, a importância da elaboração de políticas públicas focadas no empoderamento feminino.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

CST de Atenção Psicossocial debate regulação e fluxo de atendimento em saúde mental em Mato Grosso

Published

on

A Câmara Setorial Temática (CST) de Atenção Psicossocial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), presidida pelo deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), realizou nesta segunda-feira (11), na Sala das Comissões Deputada Sarita Baracat, a 3ª reunião ordinária para discutir os desafios da rede de saúde mental no estado, especialmente o fluxo de urgência e emergência, a regulação de pacientes e a estrutura do Hospital Adauto Botelho.

Durante a reunião, Avallone apresentou dados levantados em visita técnica realizada no dia 6 de maio ao Hospital Adauto Botelho e às unidades vinculadas à rede estadual de saúde mental. Segundo o parlamentar, o objetivo foi compreender o funcionamento da estrutura, a capacidade de atendimento e os gargalos da regulação.

De acordo com os dados apresentados, a Unidade 1 Adauto Botelho, localizada no bairro Coophema, terá capacidade para 86 leitos após a conclusão da reforma prevista para julho. Já a Unidade 3, voltada ao atendimento de pacientes com dependência de álcool e outras drogas, funciona no bairro Paiaguás e possui 32 vagas destinadas exclusivamente ao público masculino.

Atualmente, o Adauto Botelho possui 88 pacientes internados, enquanto a Unidade 3 atende 21 pacientes. Há ainda 12 vagas destinadas ao sistema prisional dentro da estrutura hospitalar. Durante a reunião, também foi informado que existe uma decisão judicial para ampliação de vagas destinadas ao sistema prisional.

Os dados apresentados apontam ainda que 85% dos pacientes aguardam entre um e 15 dias pela regulação para internação. Outros casos chegam a esperar entre 16 e 40 dias.

Leia Também:  Vereadores do MDB reúnem com Thiago Silva para debater Plano de Governo

Foto: Helder Faria

Outro ponto destacado foi à ocupação das vagas por pacientes de Cuiabá. Segundo o levantamento, 28 pacientes internados são da capital, o equivalente a 34% das vagas disponíveis, embora Cuiabá represente cerca de 17% da população do estado.

Avallone afirmou que a discussão busca construir um protocolo para atendimento em saúde mental nas situações de urgência e emergência, envolvendo Estado, municípios e profissionais da rede.

“Estamos criando um conceito e avançando. Não é fácil, a saúde mental é um pouco mais delicada, mas estamos confiando. O protocolo vai dar um caminho neste momento para uma crise que acontece pela falta de estruturação ainda da Rede de Atenção Psicossocial”, afirmou o deputado.

O defensor público e coordenador do subgrupo de Atuação Estratégica em Direitos Coletivos para Saúde Mental, Denis Thomaz Rodrigues, afirmou que a situação do Hospital Adauto Botelho já é acompanhada pela Defensoria Pública há anos e ressaltou que a regulação em saúde mental é um processo complexo, que exige integração entre diferentes setores da rede pública.

A técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Valéria da Costa Marques Vuolo, apresentou um diagnóstico sobre o fluxo de urgência e emergência em saúde mental em Mato Grosso. Com o tema “Reflexão a partir do cuidado em liberdade”, ela destacou a necessidade de fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e da Rede de Atenção à Urgência (RAU).

Leia Também:  Kalil lança Plano de Governo Participativo com visão de tornar Várzea Grande um centro de integração logística do Estado

Segundo Valéria, o principal desafio é superar a dependência do modelo hospitalocêntrico e ampliar a atuação da rede básica e dos serviços territoriais.

“Organizar fluxo de urgência e emergência em saúde mental não é uma questão operacional, é uma questão da escolha do modelo de atenção à saúde”, afirmou.

Ela destacou que Mato Grosso possui atualmente 53 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e defendeu a qualificação permanente das equipes de saúde.

Durante a apresentação, Valéria explicou que a saúde mental ainda não está inserida na regulação estadual e que a concentração do fluxo no Hospital Adauto Botelho acaba sobrecarregando o sistema.

A técnica também apresentou estratégias em desenvolvimento pela SES para fortalecimento da rede, entre elas a capacitação de profissionais da atenção primária, a implantação de protocolos orientativos para urgência e emergência e o fortalecimento das equipes multiprofissionais conhecidas como eMulti.

Ao final da reunião, a CST definiu a criação de um grupo de trabalho, com seis membros, para elaborar uma proposta de protocolo de urgência e emergência em saúde mental. O documento deverá ser concluído até 15 de junho para posterior validação.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA