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CENÁRIO DE 2026

Dr. Luiz Fernando é cotado para disputar vaga na Câmara Federal em 2026

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Médico ortopedista, ex-vereador de Cuiabá e primeiro suplente do União Brasil voltou a ser lembrado em pesquisa espontânea para deputado federal

O médico ortopedista e ex-vereador de Cuiabá, Dr. Luiz Fernando, voltou a aparecer no cenário político de Mato Grosso como um dos nomes cotados para disputar uma vaga na Câmara Federal nas eleições de 2026. Primeiro suplente do União Brasil na Capital, ele foi citado em pesquisa espontânea de intenção de voto para deputado federal realizada pelo Instituto Percent Brasil entre os dias 30 de abril e 3 de maio, com 1.200 eleitores no Estado.

Dr. Luiz Fernando afirma que não descarta entrar na disputa. Segundo ele, Mato Grosso tem representantes de diferentes setores, mas ainda precisa ampliar a presença de parlamentares com atuação direta na área da saúde.

“A saúde tem profissionais em todos os municípios, nos hospitais, nas unidades básicas, nos consultórios e nas ambulâncias. São médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, biomédicos e tantos outros trabalhadores que precisam ter voz em Brasília”, afirmou.

Ex-parlamentar da 20ª Legislatura da Câmara Municipal de Cuiabá, entre 2021 e 2024, Dr. Luiz Fernando concentrou parte do mandato em pautas ligadas à saúde pública, ao atendimento especializado e à melhoria da infraestrutura hospitalar da Capital. Também aparece entre os vereadores que mais apresentaram e aprovaram projetos de lei no período.

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Nas eleições municipais, foi eleito vereador com 2.060 votos. No último pleito, recebeu quase 2.800 votos e ficou como primeiro suplente do União Brasil. Mesmo fora do Legislativo no momento, afirma manter conversas com lideranças partidárias e com apoiadores de diferentes regiões do Estado.

Nos bastidores, aliados avaliam que o nome do médico ganhou fôlego após o desempenho eleitoral em Cuiabá e pela ligação com profissionais da saúde. O próprio Dr. Luiz Fernando diz que tem sido procurado por lideranças e eleitores para avaliar uma possível candidatura à Câmara Federal.

“Tenho escutado muita gente. Não é uma decisão individual, tomada de dentro de um gabinete. Uma candidatura precisa nascer de um projeto, de um diálogo e de uma causa clara. A saúde é essa causa”, disse.

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Dr. Luiz Fernando tem mais de duas décadas de atuação como ortopedista. Possui especialização em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), além de formação complementar em cirurgia do quadril, do joelho e em artroscopia no Brasil e no exterior.

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Além da Medicina e da vida pública, ele mantém atuação social em Cuiabá por meio do projeto ‘Médico Amigo’, uma iniciativa comunitária que reúne profissionais voluntários para oferecer atendimentos gratuitos em bairros da Capital. Dr. Luiz Fernando também é membro da Igreja Batista Nacional e participa de ações sociais voltadas à comunidade.

A pesquisa da Percent Brasil foi realizada presencialmente em Mato Grosso, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-00726/2026 e MT-06232/2026, com base em dados do IBGE/Censo 2022, PNAD 2025 e TSE 2026.

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Política MT

CST de Atenção Psicossocial debate regulação e fluxo de atendimento em saúde mental em Mato Grosso

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A Câmara Setorial Temática (CST) de Atenção Psicossocial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), presidida pelo deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), realizou nesta segunda-feira (11), na Sala das Comissões Deputada Sarita Baracat, a 3ª reunião ordinária para discutir os desafios da rede de saúde mental no estado, especialmente o fluxo de urgência e emergência, a regulação de pacientes e a estrutura do Hospital Adauto Botelho.

Durante a reunião, Avallone apresentou dados levantados em visita técnica realizada no dia 6 de maio ao Hospital Adauto Botelho e às unidades vinculadas à rede estadual de saúde mental. Segundo o parlamentar, o objetivo foi compreender o funcionamento da estrutura, a capacidade de atendimento e os gargalos da regulação.

De acordo com os dados apresentados, a Unidade 1 Adauto Botelho, localizada no bairro Coophema, terá capacidade para 86 leitos após a conclusão da reforma prevista para julho. Já a Unidade 3, voltada ao atendimento de pacientes com dependência de álcool e outras drogas, funciona no bairro Paiaguás e possui 32 vagas destinadas exclusivamente ao público masculino.

Atualmente, o Adauto Botelho possui 88 pacientes internados, enquanto a Unidade 3 atende 21 pacientes. Há ainda 12 vagas destinadas ao sistema prisional dentro da estrutura hospitalar. Durante a reunião, também foi informado que existe uma decisão judicial para ampliação de vagas destinadas ao sistema prisional.

Os dados apresentados apontam ainda que 85% dos pacientes aguardam entre um e 15 dias pela regulação para internação. Outros casos chegam a esperar entre 16 e 40 dias.

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Foto: Helder Faria

Outro ponto destacado foi à ocupação das vagas por pacientes de Cuiabá. Segundo o levantamento, 28 pacientes internados são da capital, o equivalente a 34% das vagas disponíveis, embora Cuiabá represente cerca de 17% da população do estado.

Avallone afirmou que a discussão busca construir um protocolo para atendimento em saúde mental nas situações de urgência e emergência, envolvendo Estado, municípios e profissionais da rede.

“Estamos criando um conceito e avançando. Não é fácil, a saúde mental é um pouco mais delicada, mas estamos confiando. O protocolo vai dar um caminho neste momento para uma crise que acontece pela falta de estruturação ainda da Rede de Atenção Psicossocial”, afirmou o deputado.

O defensor público e coordenador do subgrupo de Atuação Estratégica em Direitos Coletivos para Saúde Mental, Denis Thomaz Rodrigues, afirmou que a situação do Hospital Adauto Botelho já é acompanhada pela Defensoria Pública há anos e ressaltou que a regulação em saúde mental é um processo complexo, que exige integração entre diferentes setores da rede pública.

A técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Valéria da Costa Marques Vuolo, apresentou um diagnóstico sobre o fluxo de urgência e emergência em saúde mental em Mato Grosso. Com o tema “Reflexão a partir do cuidado em liberdade”, ela destacou a necessidade de fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e da Rede de Atenção à Urgência (RAU).

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Segundo Valéria, o principal desafio é superar a dependência do modelo hospitalocêntrico e ampliar a atuação da rede básica e dos serviços territoriais.

“Organizar fluxo de urgência e emergência em saúde mental não é uma questão operacional, é uma questão da escolha do modelo de atenção à saúde”, afirmou.

Ela destacou que Mato Grosso possui atualmente 53 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e defendeu a qualificação permanente das equipes de saúde.

Durante a apresentação, Valéria explicou que a saúde mental ainda não está inserida na regulação estadual e que a concentração do fluxo no Hospital Adauto Botelho acaba sobrecarregando o sistema.

A técnica também apresentou estratégias em desenvolvimento pela SES para fortalecimento da rede, entre elas a capacitação de profissionais da atenção primária, a implantação de protocolos orientativos para urgência e emergência e o fortalecimento das equipes multiprofissionais conhecidas como eMulti.

Ao final da reunião, a CST definiu a criação de um grupo de trabalho, com seis membros, para elaborar uma proposta de protocolo de urgência e emergência em saúde mental. O documento deverá ser concluído até 15 de junho para posterior validação.

Fonte: ALMT – MT

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