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Polícia

PRF realiza maior apreensão de maconha do ano em Mato Grosso

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No último sábado (29), a Polícia Rodoviária Federal apreendeu mais de 700 kg de maconha que estava em um veículo que seguia para Cuiabá.

A ocorrência aconteceu em Rondonópolis, quando um veículo sedan de cor preta foi visto transitando em alta velocidade pela rodovia. Ao tentar pará-lo para fiscalização, inicialmente o condutor não obedeceu à ordem de parada e tentou evadir-se, porém não logrou êxito.

Durante a abordagem, foi sentido um forte odor de entorpecente vindo de dentro do veículo. Ao fazer uma verificação, foram encontrados vários tabletes de drogas no banco traseiro encobertos com um tecido preto como tentativa de enganar a fiscalização.

Questionado sobre a situação, o condutor do veículo, um rapaz menor de idade, confirmou que era droga e que teria pego o veículo já carregado com a substância ilícita no estado do Mato Grosso do Sul e levaria até Cuiabá.

Foram apreendidos 745 tabletes de drogas, pesando um total de 720 kg de maconha, além de 01 kg de cocaína. 

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Diante dos fatos o adolescente foi apreendido, a princípio, por ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas,. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Judiciária Civil em Rondonópolis/MT para as providências que o caso requer.

Somente este já foram apreendidos aproximadamente 6 toneladas de maconha nas rodovias federais do estado de Mato Grosso. 

Fonte: PRF MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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