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Polícia Civil inaugura nova sede da Delegacia de Araputanga

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Regional de Cáceres, inaugurou nesta quinta-feira (16.11), a nova sede da Delegacia de Polícia de Araputanga (345 km a oeste de Cuiabá).

Estiveram presentes na cerimônia o delegado-geral adjunto, Rodrigo Bastos da Silva, o diretor do Interior, Walfrido Nascimento, o diretor de Atividades Especiais, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, o corregedor, Guilherme Fachinelli, o delegado regional de Cáceres, Bruno Lima Barcellos, entre outras autoridades.

O projeto idealizado pela equipe de Araputanga coordenada pelo delegado Fabrício Garcia, contou com apoio da Diretoria de Execução Estratégica (DEE), Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, Poder Judiciário, Ministério Público, Polícia Penal e Conselho Comunitário de Segurança (Conseg).

Com visual moderno, a nova delegacia possui amplo espaço, ambientes climatizados, recepção informatizada para direcionamento do atendimento, sala de espera com assentos confortáveis, sala de boletim de ocorrência reservada possibilitando privacidade ao público.

O prédio foi adaptado para a atividade policial, sendo construídas celas conforme os parâmetros normativos atuais, com corredor isolado e protegido com grades, local para revista e fotografia dos presos para o sistema de reconhecimento facial, além de uma sala de reconhecimento com sistema de gravação em vídeo.

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A nova estrutura possui amplo estacionamento para viaturas, portão eletrônico, além de um pátio para apreensão de veículos, entre outros espaços que proporcionarão melhor ambiente de trabalho para os servidores e atendimento de mais qualidade ao cidadão.

Um dos cartórios de atendimento foi preparado com decoração lúdica e acolhedora, a fim de proporcionar um atendimento humanizado e especial às mulheres vítimas de violência doméstica, bem como a crianças e adolescentes.

O delegado Fabrício Garcia, falou da principal atribuição da Polícia Civil, que é a investigação criminal, e mesmo focados na mudança de endereço, os policiais civis durante todo o ano de 2023 continuaram dedicados em suas funções institucionais.

“Uma grande operação foi realizada (Operação Hígia II), a maior da história da região, a qual culminou com a prisão de diversos membros de uma facção criminosa, além de outras ações policiais e diversos procedimentos concluídos com autoria identificada”, destacou Fabrício Garcia.

Para ele o trabalho certamente será otimizado com a estrutura nova e moderna, trazendo conforto não só para os policiais, como para a população, refletindo principalmente sobre a qualidade do atendimento e da prestação de serviço público.

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“Legado! É a palavra que define o significado da nova Delegacia de Araputanga para a instituição e para a região de fronteira de Mato Grosso”, finalizou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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