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PRF apreende arma de fogo em fiscalização de carga na BR-364

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Na tarde de ontem, 10 de julho de 2025, por volta das 16 horas, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma apreensão de arma de fogo durante uma fiscalização na BR-364, no km 215, em Rondonópolis/MT. A ação ocorreu após a equipe abordar um veículo de carga.

Durante a abordagem, foi constatado que a carreta transportava uma carga de soja, com documentação indicando o trajeto de Campo Verde/MT para um terminal ferroviário em Rondonópolis/MT.

No decorrer da fiscalização, os policiais localizaram no interior do veículo uma pistola calibre 9mm e um carregador com nove munições do mesmo calibre, que estava sendo portada em desconformidade com a legislação vigente.

Diante dos fatos, o condutor foi detido e encaminhado à Polícia Civil de Rondonópolis para os procedimentos cabíveis.

Essa ocorrência demonstra a importância da atuação vigilante da Polícia Rodoviária Federal, que, além da fiscalização de trânsito, desempenha um papel fundamental no combate aos crimes e na garantia da segurança pública nas rodovias federais.

Fonte: PRF – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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