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Polícia Civil cumpre prisão de mandante de homicídio ocorrido em aeroporto de Nova Monte Verde

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Um homem apontado como mandante de um homicídio ocorrido em setembro de 2023 no aeroporto de Nova Monte Verde (968 km ao norte de Cuiabá) teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (20.02), na cidade de Várzea Grande.

O suspeito de 47 anos estava com mandado de prisão decretado pela Vara Única da Comarca de Nova Monte Verde pelo crime de homicídio qualificado.

A prisão foi realizada em ação conjunta das equipes da Delegacia de Nova Monte Verde com apoio do Núcleo de Inteligência de Alta Floresta e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá.

O crime que vitimou Hugo Alves dos Santos, de 41 anos, ocorreu no dia 24 de setembro quando a vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo na pista do aeroporto de Nova Monte Verde. Desde da época do crime, o suspeito apontado como mandante do homicídio estava foragido.

Após troca de informações entre as unidades, que apontavam que o foragido estava na cidade de Várzea Grande, os policiais da DHPP diligenciaram até o bairro Jardim Potiguar, onde visualizaram o suspeito, que ao perceber a presença da equipe policial, tentou empreender fuga. Os policiais cercaram a residência, momento em que o foragido decidiu se entregar e teve o mandado de prisão cumprido.

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O preso foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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