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Polícia Militar prende homem suspeito de agredir namorada em Nova Xavantina

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Um homem, de 24 anos, foi preso em flagrante, nesta segunda-feira (11.5), por policiais militares do 13º Comando Regional, suspeito de violência doméstica e ameaça, no município de Nova Xavantina (a 565 km de Cuiabá). A vítima, de 33 anos, apresentava diversas lesões corporais, após ser espancada e mordida pelo denunciado.

Conforme informações do boletim de ocorrência, a mulher relatou aos militares da 3ª Companhia Independente que havia sido agredida pelo namorado, com quem convive há dois anos, em uma casa no município.

Segundo relato da vítima, o homem chegou ao local embriagado e, durante uma discussão, passou a agredi-la com tapas e desferiu uma cabeçada na vítima. A mulher ressaltou ainda que também foi enforcada e mordida pelo denunciado.

Além das agressões físicas, a vítima ressaltou que foi ameaçada e ofendida verbalmente pelo suspeito, com palavras de baixo calão. O homem teria, ainda, xingado o filho da vítima, de 10 anos, e destruído diversos objetos da residência.

A mulher contou que já havia sofrido violência doméstica em outras ocasiões. Após a denúncia, os policiais militares reforçaram o patrulhamento tático no município e localizaram o suspeito na região.

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Ao ser abordado, as equipes identificaram que ele também possuía lesões provenientes da discussão com a vítima. O homem foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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