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Polícia

Força Tática apreende simulacro de submetralhadora, drogas e prende dois homens por tráfico

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Equipes da Força Tática do 4º Batalhão da Polícia Militar apreenderam, na noite desta quarta-feira (08.05), um simulacro de submetralhadora, 33 porções e outros três tabletes de maconha, quatro aparelhos celulares e uma motocicleta, durante abordagens em Várzea Grande e Cuiabá.

Dois homens, de 20 e 36 anos, foram presos em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Os policiais militares receberam uma denúncia de tráfico de drogas no pátio de um posto de combustível, na Avenida Brasil, cruzamento com a Estrada do Carrapicho, em Várzea Grande. Imediatamente, as equipes intensificaram o policiamento tático na região e flagraram um homem, de 36 anos, em atitude suspeita. Ao perceber aproximação dos militares, ele subiu em uma motocicleta e saiu em alta velocidade, sendo detido em seguida.

Ele portava uma porção de maconha e afirmou ser usuário de entorpecente. À PM, ele repassou o endereço do então fornecedor da droga, que reside no bairro Altos da Serra, em Cuiabá, próximo ao seu local de trabalho. Após a nova denúncia, os policiais se deslocaram até a casa do comparsa dele, de 36 anos, e logo identificaram um forte odor de maconha. O homem confirmou a denúncia de que era responsável pela comercialização.

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Durante buscas no imóvel, os policiais apreenderam 33 porções e outros três tabletes de maconha, um simulacro de submetralhadora, uma motocicleta, duas placas de carros, além de celulares e diversos apetrechos para embalagem e venda das drogas. A dupla e todo material ilícito apreendido foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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