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Polícia Civil prende suspeito de furto a empresa de transporte poucas horas após o crime

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, na manhã desta sexta-feira (27.3), um homem de 32 anos, suspeito da prática de furto qualificado, em Nobres.

O crime ocorreu por volta das 3h, em uma empresa de transportes, localizada no bairro Ponte de Ferro. O suspeito invadiu o estabelecimento e subtraiu dois aparelhos celulares, uma faca e R$ 1.300 em espécie.

Após a comunicação do fato, a equipe de investigadores da Delegacia de Nobres iniciou diligências e, com o apoio de imagens do sistema de monitoramento interno, cedidas pela gerência do local, identificou o autor do crime.

O suspeito foi localizado poucas horas após o crime, ainda em posse dos objetos furtados. Ao ser abordado, ele confessou espontaneamente o crime, alegando ter utilizado o dinheiro subtraído para compra de entorpecentes e bebidas alcoólicas.

Foram recuperados dois aparelhos celulares e uma faca utilizada na ação. O suspeito foi encaminhado para a delegacia e autuado em flagrante por furto qualificado, pelo rompimento de obstáculo e por prática crime durante repouso noturno. Ele está à disposição da Justiça e aguarda a audiência de custódia.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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