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Polícia Civil recupera 23 baterias de caminhão furtadas em Mirassol d’Oeste

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Mirassol d’Oeste (300 km a oeste de Cuiabá), recuperou nesta segunda-feira (07.11), 23 baterias de caminhão que foram furtadas entre os meses de outubro e novembro do corrente ano.

As investigações apontaram que os criminosos aproveitavam que veículos ficavam estacionados em via pública e durante a madrugada, quando não havia pessoas na rua ou sistema de monitoramento, praticavam os furtos.

Com base em um boletim de ocorrência registrado no dia 06 de novembro, os policiais iniciaram as diligências e reuniram elementos de informação que indicavam o local onde as baterias estavam guardadas.

Em buscas na residência, a equipe da  Delegacia de Mirassol d’Oeste localizou 23 baterias de caminhão produto de furtos ocorridos no município. O suspeito foi indagado sobre a origem das baterias e não apresentou nenhum documento que comprovasse a origem lícita dos objetos.

Diante disso, foi conduzido à Delegacia de Mirassol D’Oeste, onde após ser interrogado pelo delegado Matheus Prates, foi autuado em flagrante pelo crime de receptação e posteriormente encaminhado para a cadeia pública municipal.

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Fonte: PJC MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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