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Polícia

Ação integrada da Polícia Civil recupera mais de R$ 7,5 mil de vítima de golpe pela internet

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) integrada com a Delegacia de Nova Canaã do Norte (699 km ao norte de Cuiabá), recuperou na quinta-feira (24.11), mais de R$ 7,5 mil subtraídos de uma vítima de estelionato.

Na quinta-feira (24), a vítima de 33 anos procurou a Delegacia de Nova Canaã do Norte, informando que na segunda-feira (21) viu o anúncio de venda de um veículo Gran Siena pelo valor de R$ 29 mil.

O comunicante entrou em contato com a anunciante, e esta disse que o carro era de seu irmão e deveria falar diretamente com ele. Ao ligar para o suposto irmão, este se identificou como “Leonardo” e informou que o carro era do seu tio chamado Jaime. Eles passaram a negociar e fecharam acordo. 

A vítima foi até Sorriso para efetuar o negócio, e ao chegar na cidade recebeu pelo WhatsApp a localização do “tio Jaime”, enviado pelo “Leonardo”. Após falar com o tio e ver o carro, eles foram ao cartório e a vítima fez a transferência do valor combinado para três contas bancárias de diferentes titulares indicadas por “Leonardo”. 

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Minutos depois, o “Tio Jaime”, proprietário do automóvel, informou que não havia sido debitado nenhum valor em sua conta. Só então a vítima percebeu que havia caído em um golpe. 

Com base no boletim de ocorrência registrado, os policiais civis passaram a diligenciar e com apoio da equipe da DRCI, foi possível recuperar através de bloqueio bancário parte do valor subtraído da vítima de R$ 7,5 mil. 

As investigações continuam visando identificar e responsabilizar criminalmente os autores dessa ocorrência.

Fonte: PJC MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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