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CASO ZAMPIERI

MP recorre e pede ao TJMT prisão de três acusados de envolvimento na morte de Zampieri

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Promotores contestam decisão da 12ª Vara Criminal, que manteve apenas medidas cautelares contra investigados apontados como integrantes do núcleo de apoio do Comando C4

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ingressou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para tentar reverter a decisão que negou a prisão preventiva de três acusados de envolvimento no assassinato do advogado Roberto Zampieri. O pedido busca a decretação da prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater.

O recurso foi apresentado após a juíza da 12ª Vara Criminal de Cuiabá rejeitar os pedidos de prisão formulados pelo Ministério Público e manter apenas as medidas cautelares impostas anteriormente aos investigados.

Na decisão, a magistrada entendeu que não surgiram fatos novos capazes de justificar o agravamento das medidas cautelares já estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela também destacou que a gravidade das acusações, por si só, não autoriza a decretação da prisão preventiva.

Inconformados, os promotores de Justiça Samuel Frungilo, Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos interpuseram recurso em sentido estrito, requerendo a reforma da decisão. Caso a magistrada mantenha o entendimento em eventual juízo de retratação, o processo será encaminhado ao TJMT para análise dos desembargadores.

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Conforme a denúncia já recebida pela Justiça, Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater integram o núcleo de colaboradores da organização criminosa investigada pelo homicídio. Segundo o Ministério Público, eles, juntamente com Gilberto Louzada da Silva — que não é alvo deste recurso —, seriam responsáveis pelo suporte logístico e operacional do grupo conhecido como Comando C4.

Ainda de acordo com a denúncia, após as prisões do coronel reformado do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, de Hedilerson Fialho Martins Barbosa e do executor confesso Antônio Gomes da Silva, os integrantes do núcleo de apoio passaram a atuar para manter um pacto de silêncio e evitar o avanço das investigações, com o objetivo de proteger o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado pelo Ministério Público como mandante do crime.

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OAB-MT lamenta o falecimento do advogado Carlos Alberto de Oliveira Paes

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Foto da Notícia: OAB-MT lamenta o falecimento do advogado Carlos Alberto de Oliveira Paes

imgA Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) manifesta pesar pelo falecimento do advogado Carlos Alberto de Oliveira Paes, aos 79 anos, ocorrido nesta sexta-feira (26), em Cuiabá.
Dedicou a vida profissional à advocacia e atualmente era assessor jurídico da Unimed Cuiabá.
O velório será realizado neste sábado (27), das 6h30 às 12h, na Sala Tulipa da Capela Jardins, na Capital.
Neste momento de dor, a OAB-MT solidariza-se com os familiares, amigos e colegas de profissão, desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda.
Keka Werneck
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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