Várzea Grande
Várzea Grande e Parque Tecnológico articulam parceria com IPT e Mackenzie para capacitação de jovens
A Prefeitura de Várzea Grande e o Parque Tecnológico de Mato Grosso realizaram, nesta terça-feira (15.09), uma reunião de alinhamento para discutir uma parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e o Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM), com foco no desenvolvimento tecnológico, na inovação e na capacitação de jovens e adultos.
De acordo com a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, a iniciativa prevê ações voltadas à formação e à qualificação de mão de obra para o setor de tecnologia. As instituições estão se instalando em Chapada dos Guimarães e também deverão manter atuação no Parque Tecnológico de Várzea Grande.
“Eles querem trabalhar ações de desenvolvimento tecnológico, formação e capacitação de jovens e adultos na área da tecnologia. Eles estão se instalando em Chapada dos Guimarães, mas terão um braço aqui no nosso Parque Tecnológico. Isso também trará um impacto positivo para o município e para todo o Estado na questão da capacitação de mão de obra qualificada, principalmente para as futuras gerações”, afirmou a secretária.
O diretor-presidente do Parque Tecnológico de Várzea Grande, Rafael Bastos, destacou a importância da aproximação com instituições de referência nas áreas de tecnologia e pesquisa.
“O IPT e o Mackenzie são instituições sérias, ou seja, são instituições como essas que queremos aqui conosco no Parque Tecnológico. Acredito que essa parceria trará benefícios para Mato Grosso e para toda a Baixada Cuiabana”, declarou.
O superintendente da área de Tecnologia do IPT, João Carlos Sávio Cordeiro, ressaltou o potencial de Mato Grosso para o desenvolvimento de novos projetos e a formação de talentos.
“Estamos vendo um potencial no Estado de Mato Grosso, como também aqui em Várzea Grande. A nossa ideia é apoiar a educação e o desenvolvimento de talentos por meio de parcerias estratégicas voltadas para a capacitação tecnológica, inovação e inserção de jovens no mercado de trabalho”, afirmou.
Para o vice-presidente do Conselho do Mackenzie e presidente da Fundação Buriti, Maurício Melo Meneses, a parceria também poderá contribuir para a criação de novas áreas e linhas de estudos em Mato Grosso.
“Isso não beneficia só Várzea Grande, mas também todo o Estado. Precisamos capacitar a população para esse atual mercado de trabalho, que está cada vez mais tecnológico”, declarou.
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Alunos de 5 anos aprendem sobre metamorfose da borboleta em atividade lúdica
Os alunos do 5 anos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Líbia da Costa Rondon participaram de uma experiência lúdica e significativa para aprender, na prática, sobre o processo de metamorfose da borboleta. A atividade teve início com a contação da história “A Lagartinha Comilona”, que apresenta, de forma divertida e acessível, as diferentes etapas da transformação da lagarta em borboleta.
A partir da narrativa, os estudantes puderam conhecer e compreender melhor esse processo natural. Após a história, foram convidados a procurar lagartas no espaço escolar e, em seguida, participaram de uma atividade de pintura e confeccionaram um bracelete de borboleta para levar para casa.
Segundo a diretora da unidade, Vânia Mendes, durante a atividade, os estudantes dialogaram com a professora Taylana sobre a transformação e a metamorfose, compartilharam suas descobertas e despertaram a curiosidade pela natureza.
A diretora ressaltou ainda que cada criança encerrou a atividade encantada e feliz, levando consigo o propósito de contar aos familiares sobre a descoberta relacionada à transformação da borboleta.
“A proposta favoreceu a criatividade, a expressão artística, a linguagem oral e o desenvolvimento da coordenação motora, proporcionando uma aprendizagem prazerosa por meio das interações e brincadeiras”, comentou.
A atividade uniu literatura, observação da natureza e atividades artísticas, estimulando a curiosidade, a criatividade e a construção do conhecimento de maneira prazerosa e significativa.
APRENDIZADO
De acordo com Vânia Mendes, a atividade foi importante por integrar a história, a observação da natureza e as atividades artísticas, aproximando o conteúdo da realidade dos estudantes.
“Conseguimos despertar a curiosidade dos alunos e tornar o conteúdo ainda mais próximo da realidade deles. Dessa forma, eles aprendem de maneira prática, criativa e significativa, ampliando seus conhecimentos e despertando ainda mais a curiosidade sobre o mundo em que vivemos”, completou.
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