HABITAÇÃO
Abilio conta com apoio de Mauro para construir mais de 10 mil casas populares em Cuiabá
O deputado federal e pré-candidato a prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), declarou na segunda-feira (18) que tem a meta de construir mais de 10 mil casas populares para famílias de baixa renda se vir a assumir a Prefeitura de Cuiabá a partir de janeiro de 2025.
“Nós vamos construir mais de 10 mil casas populares em Cuiabá. Nós temos um déficit habitacional superior a 20 mil moradias, conforme o último censo da idade. São famílias e pessoas sem alternativa de moradia, vivendo na clandestinidade”.
A declaração foi dada durante entrevista ao programa Opinião exibido pela TV Pantanal.
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Conforme Abilio, a falta de planejamento pelo município de investir em políticas públicas de moradia popular patrocinam crises sociais como a ocupação indevida de terrenos.
“Veja o que aconteceu no Contorno Leste. Tiraram aquelas pessoas do terreno, colocaram em um barracão e prometeram casas para morar. E, essas pessoas estão em barracão até hoje. Precisamos ter planejamento para a cidade. E a moradia se inclui as opções de lazer, saneamento e transporte coletivo. Precisamos de um planejamento urbano sólido e eficaz”.
Abilio ressaltou ainda a necessidade de a Prefeitura de Cuiabá ter uma parceria firme com o governo do Estado para oferecer moradias às famílias de baixa renda.
“Já está em curso o programa Ser Família Habitacional que é oferta de financiamento às pessoas e famílias de baixa renda. Com a atuação da Prefeitura de Cuiabá, queremos ampliar a capacidade do poder publico em assegurar moradia
Com o aumento de pessoas vivendo em moradias inadequadas ou até a falta de um lar, o déficit habitacional no Brasil vem crescendo a cada ano.
Em Mato Grosso, o déficit habitacional atinge quase 65 mil famílias de baixa renda em 23 dos 142 municípios.
Somente em Cuiabá, 22 mil famílias carentes não possuem casa própria.
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Política MT
“A chapa estadual ficou mais forte”, diz Botelho após MDB desistir de disputa federal
Parlamentar também comentou a saída de candidatos da disputa estadual e defendeu a manutenção da aliança entre MDB e PL
O deputado estadual Eduardo Botelho (UB) afirmou que o MDB decidiu não lançar uma chapa para deputado federal nas eleições de 2026 após avaliar que os recursos disponíveis para a disputa seriam insuficientes para estruturar uma candidatura competitiva em Brasília.
Segundo o Parlamentar, a dificuldade também está relacionada ao interesse de políticos que preferem permanecer na disputa estadual. Ele destacou que, atualmente, nenhum deputado estadual do partido com potencial eleitoral decidiu deixar a Assembleia para concorrer à Câmara Federal.
“É uma chapa difícil de se montar, porque a maioria dos políticos quer ficar aqui dentro mesmo. Antigamente os deputados estaduais sempre tinham vários que se candidatavam para federal. Agora não tem”, explicou.
De acordo com o Botelho, diante desse cenário, o MDB optou por concentrar esforços na formação da chapa estadual.
“Entenderam que era melhor desativar essa chapa e concentrar na chapa estadual para fazer quatro ou cinco deputados”, afirmou.
Questionado se a decisão poderia prejudicar os candidatos que já estavam na disputa estadual, Botelho avaliou que ocorreu o contrário.
“Ajuda porque a chapa estadual ficou mais forte, ampliou a possibilidade em vez de fazer quatro, talvez chegar até cinco”, declarou.
Botelho também comentou a saída da Coronel Vane e de Damiani da chapa estadual. Segundo ele, o partido tentou manter os dois candidatos.
“Nós queríamos que eles ficassem. Nós tentamos de todo jeito”, afirmou.
Sobre Damiani, o deputado disse que existe a possibilidade de uma mudança de decisão e que o partido ainda avalia os procedimentos necessários para que ele volte à disputa.
Questionado sobre possíveis conflitos na composição da chapa estadual, Botelho negou que exista uma crise entre os candidatos, embora tenha reconhecido a existência de reclamações.
“Estremecida nenhuma. Agora reclamação tem, né? Onde que não tem reclamação?”, disse.
Sobre a aliança entre MDB e PL, o deputado rejeitou a avaliação de que a união poderia representar o chamado “beijo da morte”.
“Não, não. Muito pelo contrário”, respondeu.
Eduardo ainda afirmou que divergências dentro de partidos e alianças fazem parte do processo político e que nem sempre existe unanimidade entre os integrantes.
Segundo o deputado, candidatos que integram a aliança precisam seguir as decisões definidas nas convenções partidárias. Já prefeitos e vereadores que não disputam eleição podem adotar posicionamentos diferentes.
“Nós vamos ficar na aliança, principalmente quem é candidato, obrigatoriamente ele tem que seguir a aliança. Agora quem não é candidato, prefeito, vereador, ele pode até tomar uma posição divergente”, afirmou.
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