RODOVIA MT-251
Frente Parlamentar do Comércio debate soluções para Chapada dos Guimarães
Quase seis meses depois do incidente que resultou na interdição parcial da Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), moradores e comerciantes de Chapada dos Guimarães aguardam uma solução definitiva para o problema.
Para tratar da situação do município, a Frente Parlamentar do Comércio de Bens e Serviços (FPC) da Assembleia Legislativa realiza no próximo dia 13 de junho uma reunião, com a presença de representantes do Estado, de entidades comerciais e da população.
Coordenador da FPC, o deputado Diego Guimarães (Republicanos) explica que a reunião nasceu dos diversos pedidos recebidos por ele, feitos por comerciantes, moradores e turistas que visitam Chapada. “Com o passar do tempo, a mídia, os políticos e as pessoas que ficaram sensibilizados com tudo o que se passou acabaram se desmobilizando. Sabemos que os efeitos disso continuam sendo sentidos e precisamos encontrar soluções”.
FIQUE ATUALIZADO: Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba informações em tempo real (clique aqui) Siga-nos também no Instagram e acompanhe
Foram convidadas autoridades como o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, representantes da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas (FCDL), integrantes da gestão municipal de Chapada dos Guimarães entre outras pessoas.
“Precisamos de respostas, precisamos saber o que vai ser feito com relação às obras necessárias, qual o socorro que os comerciantes receberão do Poder Público, já que eles foram muito impactados com a interdição parcial. Enfim, o Estado precisa dar respostas para sabermos exatamente o que vai acontecer”, finalizou Guimarães.
Política MT
“A chapa estadual ficou mais forte”, diz Botelho após MDB desistir de disputa federal
Parlamentar também comentou a saída de candidatos da disputa estadual e defendeu a manutenção da aliança entre MDB e PL
O deputado estadual Eduardo Botelho (UB) afirmou que o MDB decidiu não lançar uma chapa para deputado federal nas eleições de 2026 após avaliar que os recursos disponíveis para a disputa seriam insuficientes para estruturar uma candidatura competitiva em Brasília.
Segundo o Parlamentar, a dificuldade também está relacionada ao interesse de políticos que preferem permanecer na disputa estadual. Ele destacou que, atualmente, nenhum deputado estadual do partido com potencial eleitoral decidiu deixar a Assembleia para concorrer à Câmara Federal.
“É uma chapa difícil de se montar, porque a maioria dos políticos quer ficar aqui dentro mesmo. Antigamente os deputados estaduais sempre tinham vários que se candidatavam para federal. Agora não tem”, explicou.
De acordo com o Botelho, diante desse cenário, o MDB optou por concentrar esforços na formação da chapa estadual.
“Entenderam que era melhor desativar essa chapa e concentrar na chapa estadual para fazer quatro ou cinco deputados”, afirmou.
Questionado se a decisão poderia prejudicar os candidatos que já estavam na disputa estadual, Botelho avaliou que ocorreu o contrário.
“Ajuda porque a chapa estadual ficou mais forte, ampliou a possibilidade em vez de fazer quatro, talvez chegar até cinco”, declarou.
Botelho também comentou a saída da Coronel Vane e de Damiani da chapa estadual. Segundo ele, o partido tentou manter os dois candidatos.
“Nós queríamos que eles ficassem. Nós tentamos de todo jeito”, afirmou.
Sobre Damiani, o deputado disse que existe a possibilidade de uma mudança de decisão e que o partido ainda avalia os procedimentos necessários para que ele volte à disputa.
Questionado sobre possíveis conflitos na composição da chapa estadual, Botelho negou que exista uma crise entre os candidatos, embora tenha reconhecido a existência de reclamações.
“Estremecida nenhuma. Agora reclamação tem, né? Onde que não tem reclamação?”, disse.
Sobre a aliança entre MDB e PL, o deputado rejeitou a avaliação de que a união poderia representar o chamado “beijo da morte”.
“Não, não. Muito pelo contrário”, respondeu.
Eduardo ainda afirmou que divergências dentro de partidos e alianças fazem parte do processo político e que nem sempre existe unanimidade entre os integrantes.
Segundo o deputado, candidatos que integram a aliança precisam seguir as decisões definidas nas convenções partidárias. Já prefeitos e vereadores que não disputam eleição podem adotar posicionamentos diferentes.
“Nós vamos ficar na aliança, principalmente quem é candidato, obrigatoriamente ele tem que seguir a aliança. Agora quem não é candidato, prefeito, vereador, ele pode até tomar uma posição divergente”, afirmou.
-
Polícia2 dias agoMulher é encontrada morta em condomínio no Morada do Ouro
-
Agronegócio7 dias agoPreço reage e produtor acelera venda de soja, algodão e milho
-
Política MT3 dias agoPivetta mostra futura estação do BRT: “Climatização, ambiente, dignidade”
-
Política MT4 dias agoMárcia Pinheiro, ex-primeira-dama de Cuiabá, sofre AVC e passa por cirurgia
-
Cidades4 dias agoDenúncias em Cuiabá e Várzea Grande envolvem cães vítimas de maus-tratos
-
Agronegócio7 dias agoSemana do Aviador começa com debates sobre segurança e tecnologia no campo
-
Cuiabá7 dias agoCuiabá transforma rede de Saúde Mental com novos CAPS e ampliação do atendimento
-
Cuiabá2 dias agoPrefeitura de Cuiabá promove Fórum de Formação Esportiva das Capitais 2026