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Política MT

Dra. Mara lota o Plenário da Câmara para audiência pública sobre regularização fundiária

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Mais de 300 pessoas participaram da audiência pública promovida pela vereadora Dra. Mara (Podemos) na Câmara de Cuiabá para discutir a regularização fundiária, nesta sexta-feira (21). Foi tanta gente que, além do Plenário, o Plenarinho também ficou lotado.

A audiência teve ainda a participação de outros vereadores, como Katiuscia Manteli (PSB), Dilemário Alencar (União Brasil) e Jeferson Siqueira (PSD), e do prefeito Abilio Brunini (PL), que reforçaram a importância do assunto para a população cuiabana.

Na audiência, foram discutidos os principais desafios enfrentados pelos moradores que buscam a legalização de suas residências. Dra. Mara destacou que a regularização fundiária é um direito fundamental e deve ser tratada com urgência.&nbsp

“A segurança jurídica é essencial para garantir dignidade às famílias, permitindo-lhes acesso a serviços públicos e financiamentos habitacionais”, afirmou.

O prefeito ressaltou que a prefeitura está empenhada em encontrar soluções para acelerar os processos de regularização.

“Estamos comprometidos com a causa e trabalharemos para simplificar as burocracias que impedem o avanço dessas regularizações”, garantiu.&nbsp

Abilio também mencionou a possibilidade de firmar parcerias&nbsp&nbsppara viabilizar projetos habitacionais na cidade.

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Os moradores que compareceram ao evento reforçaram a necessidade de medidas concretas para solucionar o problema. Muitos relataram dificuldades enfrentadas devido à falta de documentação oficial de suas propriedades.&nbsp

“Esperamos que essa audiência resulte em ações reais e não apenas em discussões”, comentou um dos participantes.

Ao fim do encontro, Dra. Mara agradeceu a participação de todos e reafirmou seu compromisso em continuar lutando pela regularização fundiária.&nbsp

“Essa é uma luta coletiva, e juntos construiremos um futuro melhor para Cuiabá”, concluiu a vereadora.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Política MT

“A chapa estadual ficou mais forte”, diz Botelho após MDB desistir de disputa federal

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Parlamentar também comentou a saída de candidatos da disputa estadual e defendeu a manutenção da aliança entre MDB e PL

O deputado estadual Eduardo Botelho (UB) afirmou que o MDB decidiu não lançar uma chapa para deputado federal nas eleições de 2026 após avaliar que os recursos disponíveis para a disputa seriam insuficientes para estruturar uma candidatura competitiva em Brasília.

Segundo o Parlamentar, a dificuldade também está relacionada ao interesse de políticos que preferem permanecer na disputa estadual. Ele destacou que, atualmente, nenhum deputado estadual do partido com potencial eleitoral decidiu deixar a Assembleia para concorrer à Câmara Federal.

“É uma chapa difícil de se montar, porque a maioria dos políticos quer ficar aqui dentro mesmo. Antigamente os deputados estaduais sempre tinham vários que se candidatavam para federal. Agora não tem”, explicou.

De acordo com o Botelho, diante desse cenário, o MDB optou por concentrar esforços na formação da chapa estadual.

“Entenderam que era melhor desativar essa chapa e concentrar na chapa estadual para fazer quatro ou cinco deputados”, afirmou.

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Questionado se a decisão poderia prejudicar os candidatos que já estavam na disputa estadual, Botelho avaliou que ocorreu o contrário.

“Ajuda porque a chapa estadual ficou mais forte, ampliou a possibilidade em vez de fazer quatro, talvez chegar até cinco”, declarou.

Botelho também comentou a saída da Coronel Vane e de Damiani da chapa estadual. Segundo ele, o partido tentou manter os dois candidatos.

“Nós queríamos que eles ficassem. Nós tentamos de todo jeito”, afirmou.

Sobre Damiani, o deputado disse que existe a possibilidade de uma mudança de decisão e que o partido ainda avalia os procedimentos necessários para que ele volte à disputa.

Questionado sobre possíveis conflitos na composição da chapa estadual, Botelho negou que exista uma crise entre os candidatos, embora tenha reconhecido a existência de reclamações.

“Estremecida nenhuma. Agora reclamação tem, né? Onde que não tem reclamação?”, disse.

Sobre a aliança entre MDB e PL, o deputado rejeitou a avaliação de que a união poderia representar o chamado “beijo da morte”.

“Não, não. Muito pelo contrário”, respondeu.

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Eduardo ainda afirmou que divergências dentro de partidos e alianças fazem parte do processo político e que nem sempre existe unanimidade entre os integrantes.

Segundo o deputado, candidatos que integram a aliança precisam seguir as decisões definidas nas convenções partidárias. Já prefeitos e vereadores que não disputam eleição podem adotar posicionamentos diferentes.

“Nós vamos ficar na aliança, principalmente quem é candidato, obrigatoriamente ele tem que seguir a aliança. Agora quem não é candidato, prefeito, vereador, ele pode até tomar uma posição divergente”, afirmou.

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