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Polícia

Suspeita de agredir filhas de 14 e 05 anos é presa em flagrante pela Polícia Civil em Sorriso

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Uma mulher suspeita de agredir as próprias filhas menores de idade foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (06.02), em ação conjunta da Delegacia de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá) e Conselho Tutelar.

As investigações iniciaram no final da manhã de domingo (05.02), após a mulher agredir a filha de 14 anos, que foi socorrida por uma vizinha e levada à unidade de Pronto Atendimento, com um ferimento na cabeça, em que levou quatro pontos.

O Conselho tutelar tomou conhecimento dos fatos e na manhã desta segunda-feira (06) foi até a casa da mulher, ocasião em que a suspeita confessou a agressão contra a filha, alegando que arremessou uma panela contra a cabeça dela, em razão de mau comportamento.

Durante o atendimento, a conselheira tutelar notou diversas marcas de machucados e vergões na perna da outra filha mais nova da suspeita, de apenas 05 anos de idade. Questionada, a mulher novamente confessou que bateu na filha, porque ela foi à casa da vizinha e pegou o celular.

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Diante dos fatos, foi solicitado que a suspeita fosse até a delegacia, onde após ser interrogada pela delegada Jéssica Cristina de Assis, foi autuada em flagrante pelos crimes de lesão corporal, não sendo arbitrada fiança, em razão das penas dos crimes.

“Temos romper o pacto silencioso de tolerância à violência praticada contra crianças e adolescentes. Há uma naturalização do comportamento agressivo contra esse público, o qual, muitas vezes, tem sistematicamente os direitos violados por aqueles que mais deveriam protegê-los. Ao mesmo tempo em que a se exige das crianças a maturidade de um adulto na autorregulação das emoções e comportamentos, há uma aceitação de atuações violentas e descontroladas dos adultos, que, em vez de ensinar, maltratam, lesionam e traumatizam”, disse a delegada.

Fonte: PJC MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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