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Polícia impede visitante de levar drogas em tubos de creme dental para presídio

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Policiais penais detiveram uma visitante, nesta segunda-feira (3.3), após ela tentar entrar com entorpecentes no Centro de Ressocialização de Várzea Grande (CRVG), que está instalada ao lado da Penitenciária Central do Estado.

As porções de maconha, que totalizaram 260 gramas, estavam camufladas em tubos de creme dental e foram encontradas depois que o material passou pelo raio X da unidade prisional. Os entorpecentes seriam entregues a dez custodiados da unidade prisional.

A visitante foi à unidade para entrega de materiais de higiene e limpeza. Todos os itens devem passar pela inspeção do equipamento – procedimento de segurança utilizado para fiscalização de entrada no local.

O secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, pontua que, em todas as unidades prisionais, foram reforçados os protocolos de segurança como parte das medidas do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas. “E assim, coibirmos continuamente a entrada de materiais ilícitos nas unidades penais” reforçou.

A visitante foi encaminhada à Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Cuiabá, para os procedimentos de apuração.

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Fonte: Governo MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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