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Polícia Civil recupera em Cáceres carreta com gado roubado em Barra do Bugres

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Quatro pessoas envolvidas em crimes de receptação e roubo qualificado de cabeças de gado em uma propriedade na zona rural de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá) foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (26.01), em diligências realizadas pelos policiais da Delegacia de Cáceres (228 km a Oeste da Capital), menos de 24 horas após o crime.

Três homens flagrados com um caminhão carregado com os animais foram autuados em flagrante por roubo majorado. Um quarto suspeito que havia locado uma área onde seriam descarregado o gado, responderá por receptação.

O roubo ocorreu na madrugada de quinta-feira (25) quando cinco homens em posse de armas de fogo invadiram a fazenda na zona rural de Barra do Bugres, renderam funcionários e subtraíram cavalos e cabeças de gado que estavam na propriedade, carregando uma carreta com aproximadamente cinquenta vacas. O funcionário foi mantido refém pelos criminosos até o amanhecer, ocasião em que os assaltantes o liberaram e fugiram com o veículo da vítima.

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Após tomar conhecimento do roubo em Barra do Bugres, a equipe da Delegacia de Cáceres, recebeu informações sobre um caminhão carregado possivelmente de gado roubo, que estava seguindo na estrada das pedrinhas, comunidade do Ribeirão, na zona rural do município.

Com base nas informações, os policiais da Cáceres foram até a região, onde localizaram o caminhão, sendo realizada a abordagem dos três suspeitos que estavam em seu interior. Em checagem dos animais que estavam na gaiola do caminhão, foi confirmado se tratar do gado roubado da propriedade de Barra do Bugres.

Questionados, os suspeitos não revelaram quem os havia “contratado” para fazer o frete, mas indicaram o local, onde o gado seria descarregado. Em continuidade as diligências, os policiais foram até a propriedade indicada pelos suspeitos, onde foram recebidos pelo responsável, que havia alugado o pasto por 30 dias para recebimento dos animais.

Diante dos fatos, o caminhão e os animais foram apreendidos e os quatro suspeitos conduzidos à Delegacia de Cáceres, onde após serem interrogados pelo delegado Marlon Richer Nogueira, foi lavrado o flagrante.

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Os três suspeitos flagrados no caminhão foram autuados por roubo majorado pelo concurso de pessoas, pela restrição à liberdade da vítima e pelo uso de arma de fogo e associação criminosa qualificada e o quarto conduzido responderá pelo crime de receptação.

Fonte: PJC MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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