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Polícia Civil prende babá por tortura contra bebê de cinco meses em Gaúcha do Norte

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta tarde de quarta-feira (15.7), uma mulher de 23 anos, suspeita de praticar o crime de tortura contra uma bebê de apenas cinco meses de idade, em Gaúcha do Norte. A prisão foi realizada após investigações apontarem indícios de que a criança sofreu lesões enquanto estava exclusivamente sob os cuidados da investigada.

Segundo a investigação conduzida pela Delegacia de Gaúcha do Norte, a suspeita trabalhava como babá da vítima, que permanecia diariamente em sua residência.O caso foi descoberto na terça-feira (14), quando a mãe da bebê foi ao local para amamentar a filha e percebeu diversas lesões no rosto da criança.

Diante da situação, a mãe levou imediatamente a bebê para atendimento médico. No hospital, foi descartada a hipótese de queda acidental, em razão da existência de múltiplas lesões na região craniofacial.

Durante as diligências, os policiais civis apuraram que, no momento em que as lesões foram causadas, a investigada estava sozinha com a criança, afastando a possibilidade de envolvimento de terceiros.

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Em interrogatório, a suspeita alegou que os ferimentos poderiam ter sido provocados pelo cinto de segurança do carrinho de bebê, afirmando que a criança teria dormido sobre o equipamento. No entanto, a versão foi descartada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que concluiu que as lesões foram produzidas por ação contundente na região da cabeça da vítima, incompatíveis com marcas provocadas por cintos ou outros dispositivos de contenção.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial lavrou o auto de prisão em flagrante pelo crime de tortura, previsto no artigo 1º, inciso II, da Lei nº 9.455/1997. A suspeita foi colocada à disposição da Justiça e será apresentada em audiência de custódia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Gaeco mira advogada investigada por suposto elo com facção criminosa em MT

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Operação Dupla Face cumpriu mandados em Nova Mutum, Cuiabá e na Penitenciária Central; Justiça autorizou quebra dos sigilos telefônico e telemático da investigada

A advogada Ana Paula Bacchi Muravski é investigada por suspeita de atuar em favor de uma facção criminosa com forte atuação em Mato Grosso. Ela é o principal alvo da Operação Dupla Face, deflagrada na manhã desta sexta-feira (17) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que cumpriu mandados de busca e apreensão e obteve autorização judicial para quebra de sigilos da investigada.

A operação foi autorizada pela Justiça após representação do Gaeco, que afirma ter reunido indícios de que a advogada prestava apoio à organização criminosa. As investigações tramitam sob sigilo.

Durante a ofensiva, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços ligados à investigada. Os policiais estiveram na residência da advogada, no escritório de advocacia onde ela atua, em Nova Mutum, e também na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

Além das buscas, a Justiça autorizou a quebra dos sigilos telefônico e telemático dos investigados. A decisão também permitiu a extração e a realização de perícia em celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos apreendidos durante a operação.

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Segundo o Gaeco, o objetivo das medidas é identificar a extensão da suposta atuação da advogada em benefício da facção criminosa, bem como esclarecer a comunicação entre os investigados e eventuais integrantes da organização.

Todo o material recolhido será encaminhado para análise pericial. A expectativa é de que os dados obtidos auxiliem no aprofundamento das investigações e na identificação de outros possíveis envolvidos.

A Operação Dupla Face contou com o apoio de equipes do 14º Comando Regional e do 26º Batalhão da Polícia Militar, responsáveis por dar suporte ao cumprimento das ordens judiciais em Nova Mutum.

Até o momento, o Gaeco não divulgou detalhes sobre a facção investigada nem informou se houve prisões durante a operação. As investigações seguem em sigilo judicial.

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