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Polícia Civil de MT cumpre mandados em operação do RS com alvo em autores de estelionato pela internet

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Dezesseis ordens judiciais com alvo em uma associação criminosa envolvida em estelionato pela internet são cumpridas na manhã desta quarta-feira (27.09), na Operação Falsus Medius, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá e Delegacia de Rondonópolis.

Em Mato Grosso, são cumpridos sete mandados de prisão e quatro de busca e apreensão na cidade de Cuiabá. Em Rondonópolis, são cumpridos três mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva.

O grupo envolvido, especialmente no golpe do falso intermediador de vendas, foi identificado em investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Santa Maria (RS), após duas pessoas do estado de Rio Grande do Sul serem vítimas de golpe durante compra/venda de veículos anunciados pela internet.

Os trabalhos investigativos iniciaram nos meses de outubro de 2021 e fevereiro de 2022, identificando pessoas residentes nas cidades de Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO), envolvidas na publicação de anúncios falsos de venda de veículos.

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Além dos responsáveis pelos anúncios, também foram identificadas pessoas que receberam dinheiro oriundo dos golpes, sendo representado pelos mandados de prisões preventivas e por de busca e apreensão, que são cumpridos, concomitantemente nas cidades de Cuiabá, Rondonópolis MT, Rio Branco (AC) e Porto Velho(RO).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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