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Polícia Civil cumpre prisão de último foragido da Operação Efialtes

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A Polícia Civil, por meio da Corregedoria-Geral, cumpriu na noite de quinta-feira (22.06), mais um mandado de prisão preventiva decorrente da operação Efialtes, deflagrada em dezembro de 2022, para apurar a violação de lacres e troca de material entorpecente apreendido em Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá).

O alvo, que estava com o mandado em aberto desde a deflagração da Operação e ainda não havia sido localizado, é apontado como principal articulador do esquema financeiro do desvio de drogas do depósito da Delegacia Especial de Fronteira (Defron) e da Delegacia de Cáceres.

Com informações do paradeiro do foragido, os policiais civis da Corregedoria-Geral empreenderam diligências conseguindo prender o alvo na noite de quinta-feira (22), na cidade de Várzea Grande, após um intenso trabalho de investigação para sua captura.

Com a prisão do foragido, todos os mandados expedidos em razão da investigação foram cumpridos.

Investigações

As investigações realizadas em inquérito instaurado pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil iniciaram em abril de 2022, após o órgão corregedor receber a notificação de que, durante a incineração de drogas realizada pela Delegacia Especializada da Fronteira (Defron), foi constatada a violação de lacres das embalagens de perícia dos entorpecentes apreendidos.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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