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Polícia

Operação cumpre mandados contra traficantes e prende seis em flagrante em São José do Xingu

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A operação integrada ‘Tudo Dois’, deflagrada neste sábado (11.03), pelas Polícias Civil e Militar, na cidade de São José do Xingu, resultou na prisão em flagrante de seis suspeitos pelos crimes de tráfico de drogas. Foram apreendidas porções de entorpecentes, balanças de precisão e armas de fogo.

O delegado Gustavo Ataide Fernandes explica que foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão contra investigados por fomentar o tráfico de drogas na cidade. “O intuito da operação é chegar aos responsáveis pelas ‘lojinhas’ do tráfico aqui na cidade”, explicou o delegado.


 

Denúncias que chegaram à Polícia Civil e o trabalho de campo e troca de informações entre as instituições policiais colaboraram para reunir as informações que possibilitaram a identificação dos alvos.

Foram presos em flagrante cinco por tráfico de drogas e um por porte de arma de fogo. Um dos investigados, Weldes Conceição Barbosa, de 25 anos, reagiu à abordagem policial e foi a óbito, após ser socorrido ao pronto atendimento da cidade.

 

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Tudo Dois é uma gíria usada pelos traficantes para dizer quando a situação estava tranquila para que eles pudessem fazer a venda de drogas.

A operação envolveu 37 policiais civis e militares. Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Porto Alegre do Norte. 

Fonte: PJC MT

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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