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Polícia

Homem é preso após ameaçar esposa e filhas com facão e armas de fogo em Nova Mutum

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Policiais militares do 26º Batalhão prenderam em flagrante um homem, de 45 anos, pelos crimes de ameaça, lesão corporal e posse irregular de arma de fogo, na noite deste domingo (06.4), em Nova Mutum. Na ação, a PM apreendeu um facão, duas armas de fogo e munições.

Por volta de 22h30, as equipes policiais receberam denúncias via 190 sobre um homem que estava com um facão, fazendo ameaças contra a vida de suas filhas e esposa, no bairro Cidade Nova. Os militares foram ao endereço e encontraram as vítimas em estado de choque, no interior da casa.

Em relato para a PM, as vítimas afirmaram que estavam no fundo da casa quando o suspeito chegou ao local embriagado e alterado, com um facão em mãos ameaçando de morte todos os presentes na casa.

Em determinado momento, o genro do suspeito tentou intervir e foi agredido pelo homem, que também empurrou e lesionou suas filhas, causando escoriações nas jovens. As vítimas também afirmaram temer pelas suas vidas pois o suspeito possuía armas de fogo guardadas na casa.

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Ainda no local, o suspeito foi encontrado dentro de um veículo, com um facão em mãos, e foi detido pela PM. Os policiais fizeram buscas na residência e encontraram um rifle e uma espingarda e cerca de 180 munições de diversos calibres.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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