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Autor de homicídio brutal em Cotriguaçu é preso pela polícia; assista

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 Policiais civis de Cotriguaçu cumpriram nesta terça-feira (26.09) o mandado de prisão do autor de um homicídio ocorrido há um mês, em uma via pública da cidade. A vítima foi brutalmente morta com pancadas desferidas com um pedaço de madeira.

O crime que vitimou Fábio Czernek, de 39 anos, ocorreu no dia 25 de agosto deste ano, por volta das 16 horas, no centro de Cotriguaçu. O autor do crime abordou a vítima, qu seguia de bicicleta pela via pública, ambos discutiram e depois entraram em luta corporal.

O homicídio chocou a população da cidade pela crueldade e frieza demonstradas pelo autor, que usou um pedaço de madeira e desferiu aproximadamente 20 golpes na cabeça da vítima. Fábio morreu no local. Após o crime, J.C.D.S., de 53 anos, fugiu para uma região de mata.

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A Polícia Civil representou pela prisão do autor, na sequência da investigação, que foi expedida pelo juízo da comarca local. Ele responderá a homicídio qualificado por meio cruel e motivo fútil.

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O autor do homicídio foi encontrado nesta terça-feira, pela equipe de investigação, em um bar do município, e encaminhado para a delegacia, onde foi interrogado. Em seguida, ele foi para uma unidade do Sistema Penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça.

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Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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