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Polícia

Autor de feminicídio de jovem em Mirassol d’Oeste é preso pela Polícia Civil

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A Polícia Civil cumpriu nesta terça-feira (07.02) o mandado de prisão contra o autor do feminicídio que vitimou a jovem Lorrayne Batista de Carvalho, em Mirassol d’Oeste. A vítima foi atingida por golpes de arma cortante, dentro da quitinete onde morava com seu companheiro, de 19 anos, na tarde da última quinta-feira.

Desde a data do crime, a Delegacia de Mirassol realizou diversas diligências para localizar o autor do crime. O delegado Matheus Prates representou pelo mandado de prisão do criminoso, deferida pela Justiça.

Conforme a investigação, ele premeditou o crime. Um dia antes de cometer o homicídio contra sua companheira, T.M.O.R., de 19 anos, pediu demissão da empresa em que trabalhava e pegou o dinheiro da rescisão.

As diligências para localizá-lo se estenderam ao município de Porto Esperidião, cidade natal do investigado. Ele tinha histórico de violência doméstica contra a vítima.

Nesta terça-feira de manhã, ele se apresentou na Delegacia de Porto Esperidião, onde foi cumprido o mandado de prisão. O delegado Matheus Prates já realizou o interrogatório e o autor do feminicídio será encaminhado à unidade prisional de Mirassol d’Oeste.

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Ele foi autuado por homicídio qualificado em feminicídio e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Durante interrogatório, o autor do homicídio se mostrou frio e sem arrependimento pelo crime praticado.

Crime

Na tarde do dia 02 de fevereiro, a equipe da Delegacia de Mirassol foi acionada para o local onde ocorreu o crime, uma quitinete onde a vítima morava com o companheiro. O corpo de Lorrayne apresentava marcas de agressões e ferimentos causados por uma arma branca.

A vítima deixou uma criança de quatro anos, filha de um relacionamento anterior.

Fonte: PJC MT

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Polícia

Justiça absolve WT por falta de prova de uso de documento falso durante abordagem em Rondonópolis

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A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial

A Justiça Federal absolveu Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT e apontado pela polícia como líder de facção criminosa em Mato Grosso, da acusação de uso de documento falso durante uma abordagem realizada na BR-364, em Rondonópolis, em fevereiro de 2021.

A decisão é assinada pelo juiz federal José Joaquim de Oliveira Ramos, da 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Rondonópolis.

Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), WT teria apresentado um Registro Geral (RG) falso em nome de Alexandre Eduardo de Brito durante a abordagem feita por policiais rodoviários federais e agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Na época, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

A defesa do acusado, no entanto, sustentou que o documento não chegou a ser utilizado efetivamente, já que o RG falso teria sido apenas encontrado dentro do veículo durante a revista policial, sem apresentação formal aos agentes.

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Durante a instrução do processo, policiais apresentaram versões divergentes sobre quem teria recebido o documento e se ele realmente foi entregue pelo acusado. Testemunhas de defesa afirmaram que WT foi reconhecido pelos agentes logo no início da abordagem e retirado do veículo antes mesmo de qualquer checagem documental.

Na sentença, o magistrado entendeu que não houve provas suficientes para comprovar o uso efetivo do documento falso, requisito necessário para configuração do crime.

Com base no princípio do “in dubio pro reo”, o juiz absolveu WT por insuficiência de provas e determinou a destruição do RG falsificado apreendido durante a ocorrência.

Ainda na decisão, foi determinado que a GCCO providencie o descarte do documento. Já dois aparelhos celulares apreendidos na abordagem permanecerão vinculados a investigações em andamento na Justiça Estadual.

WT segue preso desde a deflagração da Operação Apito Final, realizada em abril de 2024, que teve como objetivo descapitalizar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

As investigações conduzidas pela GCCO duraram cerca de dois anos e apontaram WT como tesoureiro da facção e responsável pelo tráfico de entorpecentes na região do bairro Jardim Florianópolis.

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Ao todo, a operação cumpriu 54 ordens judiciais e resultou na prisão de 20 alvos.

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