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Política Nacional

Bolsonaristas radicais invadem Congresso Nacional e STF, em Brasília

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Bolsonaristas radicais invadiram o Congresso Nacional, neste domingo, 8 de janeiro, após entrar em confronto com a Polícia Militar na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, Os participantes de atos antidemocráticos estavam com pedaços de paus e pedras.

Policiais militares tentaram conter os bolsonaristas com uso de spray de pimenta, no entanto, eles invadiram a área de contenção que cercava o Congresso Nacional. Imagens do local mostram que um veículo da Força Nacional caiu no espelho d’água do monumento.

No local, há pontos com fumaça. Além disso, vidraças do monumento foram quebradas. Os bolsonaristas radicais alcançaram o Salão Verde da Câmara dos Deputados, área que dá acesso ao plenário da Casa.

Os policiais também usaram bombas de efeito moral na tentativa de conter os participantes do ato antidemocrático. Até a última atualização desta publicação, a Polícia Militar ainda não havia se manifestado sobre a invasão.

O ex-ministro da Justiça e atual secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, disse que determinou que o setor de operações da pasta tome “providências imediatas para o restabelecimento da ordem no centro de Brasília. “Cenas lamentáveis agora na Esplanada dos Ministérios”, afirmou.

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Após a ivnasão, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco disse em uma rede social que em uma conversa por telefone, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou que “está concentrando os esforços de todo o aparato policial, no sentido de controlar a situação”. Pacheco disse ainda que repudia os atos antidemocráticos e que eles devem “sofrer o rigor da lei com urgência”.

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Política Nacional

Após críticas de aliados, Bolsonaro publica carta defendendo Michelle e cobrando consenso nas candidaturas do PL”

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Jair Bolsonaro (PL) critica ataques internos à esposa e aliados e reforça importância de definição de candidaturas pelo consenso

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou uma carta neste domingo (1) em que lamenta críticas dirigidas a sua esposa, Michelle Bolsonaro (PL), e a aliados da direita. O documento foi divulgado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes sociais e reforça que as “cobiçadas vagas” para as eleições de 2026 devem ser definidas por diálogo, e não por pressões ou ataques entre aliados.

A carta foi escrita na Papudinha, onde Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado. No texto, ele explica que pediu à esposa para se envolver na política apenas após março de 2026, devido aos cuidados com a filha Laura, recém-operada, e com ele próprio. “Lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, diz trecho da carta.

O documento foi divulgado após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) criticar o apoio de Michelle e Nikolas a Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, afirmando que estava “aquém do desejável”. Bolsonaro enfatiza que, em campanhas majoritárias e disputas por vagas ao Senado, os apoios devem ocorrer por convencimento, nunca por pressão.

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A publicação coincide com o anúncio da manifestação bolsonarista “Acorda, Brasil”, organizada por Nikolas Ferreira na Avenida Paulista, marcada para o dia 12 de fevereiro, com o mote “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”. Uma ala do partido considera que o foco da direita deve ser a anistia aos manifestantes do 8 de janeiro e a liberdade de Bolsonaro, e não o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Na sexta-feira (27), o senador Flávio Bolsonaro (PL) comentou que a pauta da manifestação foi definida por Nikolas e inclui críticas à corrupção e à crise moral do país. No sábado (28), Michelle Bolsonaro divulgou outra carta em que o ex-presidente anuncia apoio à candidatura de Marcos Pollon (PL) ao Senado pelo Mato Grosso do Sul, destacando seu “caráter, honra e dedicação”. O episódio ocorreu após a circulação de anotações de Flávio Bolsonaro sobre supostos pedidos financeiros de candidatos, desmentidos pelo senador.

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