Tribunal de Justiça de MT
Inscrições abertas para credenciamento de psicólogos e fisioterapeutas em Nortelândia
A Comarca de Nortelândia abriu processo seletivo para formação de cadastro de reserva de profissionais das áreas de Psicologia e Fisioterapia. Os profissionais credenciados poderão atuar no atendimento a magistrados e servidores da unidade judicial.
As inscrições devem ser feitas entre os dias 15 e 29 de maio de 2026, exclusivamente pelo endereço eletrônico. Não haverá cobrança de taxa de inscrição.
O processo seletivo será conduzido pela Comissão de Apoio da comarca e contará com análise documental dos candidatos. Caso haja mais de um participante habilitado, a classificação será definida com base na experiência profissional e na formação acadêmica.
Para participar, os candidatos precisam ter mais de 21 anos, não possuir antecedentes criminais, não ocupar cargo público inacumulável e apresentar diploma de graduação em psicologia ou fisioterapia reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), além de registro no respectivo conselho profissional.
Também será exigida comprovação de, no mínimo, dois anos de experiência profissional após a graduação. Entre os documentos obrigatórios estão certidões negativas criminais, comprovante de inscrição no conselho de classe, diploma, atestado de sanidade física e mental e fotografia recente.
A publicação informa que os profissionais credenciados atuarão sem vínculo empregatício, mediante pagamento por serviços prestados. O prazo de validade do processo seletivo será de dois anos, podendo ser prorrogado uma vez pelo mesmo período.
Entre as atribuições previstas para os profissionais de psicologia estão atendimentos individuais e em grupo, avaliações psicológicas e participação em ações voltadas à saúde emocional de magistrados e servidores. Já os fisioterapeutas poderão atuar em atendimentos terapêuticos, ginástica laboral, pilates, RPG e outras atividades relacionadas à saúde funcional.
O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última sexta-feira (15 de maio), na página 18.
Autor: Adellisses Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
Tribunal de Justiça de MT
Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos
Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.
Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.
O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.
Direitos fundamentais e cidadania
Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.
O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.
Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.
Exército e Judiciário pela pacificação social
O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.
Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.
Autor: Roberta Penha
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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