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“Queria confirmar parentesco”, diz servidor sobre acesso a dados de familiar de ministro

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Auditor afirmou ter consultado informações básicas na Receita para confirmar parentesco; caso não estaria relacionado à operação da Polícia Federal

O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, afirmou nesta quarta-feira (18) que um auditor da Receita Federal do Brasil admitiu ter acessado dados de uma parente do ministro Gilmar Mendes. A confirmação foi dada em entrevista ao programa Estúdio i.

Segundo Cabral, o servidor foi ouvido pela administração da Receita e relatou que o acesso ocorreu em novembro do ano passado. O auditor teria justificado que buscava confirmar se a pessoa em questão era ex-esposa ou parente de um conhecido seu, que possuía o mesmo sobrenome e era da mesma região.

O presidente da Unafisco explicou que o auditor acessou apenas a tela inicial do sistema, contendo informações básicas como CPF, endereço, data de nascimento e nome da mãe. Não houve consulta a declarações de Imposto de Renda ou outros dados detalhados. O servidor também mencionou uma declaração antiga, de 2008, questionando a possibilidade de vazamento de informações dessa época.

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A declaração de Cabral ocorre após a Polícia Federal deflagrar, na terça-feira (17), uma operação contra quatro servidores públicos por suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal e de seus familiares.

O presidente da Unafisco ressaltou que o caso relatado pelo auditor não tem relação com os fatos investigados pela Polícia Federal, destacando que algumas informações mencionadas não estariam sob guarda da Receita Federal.

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Política MT

Deputado propõe medidas para proteger idosos de fraudes eletrônicas em Mato Grosso

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O deputado estadual Alex Sandro (Republicanos), apresentou na sessão ordinária desta quarta-feira (13), o Projeto de Lei nº 585/2026, que estabelece diretrizes para ações de prevenção, conscientização, acolhimento e orientação voltadas ao combate de fraudes eletrônicas e golpes financeiros praticados contra pessoas idosas no estado.

A proposta, segundo o parlamentar, surge diante do crescimento dos crimes virtuais envolvendo transferências bancárias, falsas centrais de atendimento, clonagem de aplicativos de mensagens e golpes aplicados por meio de inteligência artificial. Segundo o texto, a população idosa está entre as mais vulneráveis aos ataques digitais devido ao avanço acelerado da tecnologia e à ampliação dos serviços financeiros online.

“A ampla divulgação sobre o assunto vai ajudar pessoas que foram vítimas de golpes, sobre o que elas devem fazer, quem ela deve procurar para que medidas cabíveis sejam tomadas. Essa medida vai auxiliar principalmente nossos amigos da melhor idade, pessoas mais velhas, que por ter uma cera dificuldade com o uso da tecnologia, geralmente acabam sendo alvos fáceis dos criminosos digitais. E podemos colaborar com essas pessoas, mostrando a elas como se defender, como buscar proteção e como requerer ajuda quando são vítimas de um golpe”, discursou o parlamentar na tribuna.

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Entre as principais diretrizes do projeto estão a promoção da educação digital e financeira para idosos, campanhas educativas sobre segurança online, divulgação de canais oficiais de denúncia e ações preventivas relacionadas a golpes virtuais e fraudes bancárias.

O parlamentar destaca ainda que os golpes digitais têm causado prejuízos financeiros e impactos emocionais significativos às vítimas, tornando necessária a ampliação de políticas públicas de prevenção e proteção patrimonial para a terceira idade.

Caso aprovada, a lei permitirá ainda a criação de mecanismos de acolhimento e orientação às vítimas idosas de fraudes eletrônicas, oferecendo suporte para bloqueio de contas, registro de ocorrência, encaminhamento aos órgãos competentes e informações sobre medidas administrativas e judiciais cabíveis.

O projeto foi aprovado em primeira votação e seue tramitação.

Fonte: ALMT – MT

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