Política MT
Buzetti defende que manifestantes pacíficos sejam distinguidos dos violentos
A senadora Margareth Buzetti (PSD) apontou como um dos motivos para a assinatura de apoio à criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos, a ameaça de uma grave crise econômica gerada pelos atos de destruição ocorridos no último domingo (8), em Brasília.
De acordo com a senadora, o setor produtivo e industrial já está sentindo os efeitos desde outubro com o bloqueio de rodovias, paralisação de serviços e outros atos. Segundo Margareth, toda a população também será afetada. “O efeito cascata dos problemas gerados é imediato. Não pode ocorrer esse tipo de ato, onde as manifestações saem do campo da defesa de ideias para a violência e atentado à Democracia”, afirmou.
A parlamentar ressalta que as ações violentas e de depredação devem ser investigadas com afinco, porém, defende que os manifestantes que se organizaram de maneira pacífica, não devem ser responsabilizados. “Deve haver um equilíbrio na apuração, com toda a seriedade que o momento necessita e sem ideologias ou defesa de partes”.
“O que está acontecendo é muito grave e essa é uma situação que está nos levando a uma crise sem precedentes. A economia já está sendo afetada. Mas reafirmo que quem estava manifestando pacificamente não precisa se preocupar, ao contrário de quem invadiu e depredou prédios públicos”, ponderou.
Além de Margareth Buzetti, outros dois nomes que compõem a bancada do PSD no Senado Federal, Irajá (PSD-TO) e Ângelo Coronel (PSD-BA) também estão apoiando as apurações em cumprimento a orientação partidária disposta pelo presidente da legenda social democrática, Gilberto Kassab.
A proposição de criação da CPI dos Atos Antidemocráticos foi feita pela senadora Soraya Thronicke (UB-MS) e a expectativa é de que as investigações sejam instaladas em breve, uma vez que, o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já retornou a Brasília para oficializar a apuração.
Na ocasião, logo após os atos violentos, Pacheco chegou a comentar que considera “muito pertinente uma comissão parlamentar de inquérito”. Para uma CPI ser criada são necessárias assinaturas de no mínimo 27 senadores.
Política MT
Deputado propõe medidas para proteger idosos de fraudes eletrônicas em Mato Grosso
O deputado estadual Alex Sandro (Republicanos), apresentou na sessão ordinária desta quarta-feira (13), o Projeto de Lei nº 585/2026, que estabelece diretrizes para ações de prevenção, conscientização, acolhimento e orientação voltadas ao combate de fraudes eletrônicas e golpes financeiros praticados contra pessoas idosas no estado.
A proposta, segundo o parlamentar, surge diante do crescimento dos crimes virtuais envolvendo transferências bancárias, falsas centrais de atendimento, clonagem de aplicativos de mensagens e golpes aplicados por meio de inteligência artificial. Segundo o texto, a população idosa está entre as mais vulneráveis aos ataques digitais devido ao avanço acelerado da tecnologia e à ampliação dos serviços financeiros online.
“A ampla divulgação sobre o assunto vai ajudar pessoas que foram vítimas de golpes, sobre o que elas devem fazer, quem ela deve procurar para que medidas cabíveis sejam tomadas. Essa medida vai auxiliar principalmente nossos amigos da melhor idade, pessoas mais velhas, que por ter uma cera dificuldade com o uso da tecnologia, geralmente acabam sendo alvos fáceis dos criminosos digitais. E podemos colaborar com essas pessoas, mostrando a elas como se defender, como buscar proteção e como requerer ajuda quando são vítimas de um golpe”, discursou o parlamentar na tribuna.
Entre as principais diretrizes do projeto estão a promoção da educação digital e financeira para idosos, campanhas educativas sobre segurança online, divulgação de canais oficiais de denúncia e ações preventivas relacionadas a golpes virtuais e fraudes bancárias.
O parlamentar destaca ainda que os golpes digitais têm causado prejuízos financeiros e impactos emocionais significativos às vítimas, tornando necessária a ampliação de políticas públicas de prevenção e proteção patrimonial para a terceira idade.
Caso aprovada, a lei permitirá ainda a criação de mecanismos de acolhimento e orientação às vítimas idosas de fraudes eletrônicas, oferecendo suporte para bloqueio de contas, registro de ocorrência, encaminhamento aos órgãos competentes e informações sobre medidas administrativas e judiciais cabíveis.
O projeto foi aprovado em primeira votação e seue tramitação.
Fonte: ALMT – MT
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