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MUNDO CÃO

Sobrinho é suspeito de matar tio a tiros antes de ele ir para o trabalho

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Vítima aguardava para embarcar em um ônibus quando foi surpreendida pelo atirador; Polícia apura possível motivação passional

Um homem foi assassinado a tiros na manhã desta sexta-feira (28), enquanto se preparava para embarcar em um ônibus para seguir ao trabalho. Segundo as primeiras informações, o principal suspeito de cometer o crime é um sobrinho da vítima.

Testemunhas contaram que o suspeito se aproximou do local e efetuou os disparos contra o homem. As circunstâncias do homicídio são investigadas pelas autoridades.

Uma das linhas apuradas é a de que o crime possa ter sido motivado por uma questão passional. Informações repassadas por terceiros apontam que a vítima teria mantido um relacionamento com uma mulher que possui ligação com o suspeito.

A possível motivação, contudo, ainda não foi confirmada oficialmente. A investigação deverá apurar se esse eventual envolvimento tem relação com o assassinato.

As autoridades também trabalham para esclarecer a dinâmica do crime, confirmar a autoria e reunir elementos que permitam determinar o que levou ao homicídio.

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Polícia

PF mira esquema de ouro ilegal que movimentou R$ 5,2 milhões em MT

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Operação Arcanjo cumpre 22 mandados de busca e apreensão e duas prisões preventivas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Arcanjo para desarticular um grupo suspeito de atuar na compra, transporte, venda e ocultação de ouro de origem ilícita. A ação ocorre simultaneamente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Ao todo, a Justiça Federal autorizou o cumprimento de 22 mandados de busca e apreensão e duas prisões preventivas. Em Mato Grosso, as ordens são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda. Também há medidas em Campo Grande (MS) e São José do Rio Preto (SP).

Segundo a investigação, o esquema teria início na região de Poconé, onde o ouro seria extraído ilegalmente. O minério seguiria posteriormente para São José do Rio Preto, onde seria recebido e armazenado em um estabelecimento utilizado para a comercialização.

A apuração identificou uma divisão de funções entre os investigados. O grupo seria composto por fornecedores, intermediários, transportadores, compradores e pessoas responsáveis pela movimentação financeira.

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As investigações apontam ainda que aproximadamente 17,3 quilos de ouro estariam relacionados às negociações sob apuração. A movimentação financeira identificada pelos investigadores ultrapassa R$ 5,2 milhões.

Além da comercialização do minério, a PF investiga possíveis mecanismos empregados para ocultar ou disfarçar a origem dos valores obtidos com as transações. A suspeita é de que parte dos recursos tenha sido movimentada por meio de operações destinadas a dificultar o rastreamento do dinheiro.

A investigação aponta que a organização mantinha uma estrutura destinada a viabilizar o transporte do ouro até os compradores e, posteriormente, a circulação dos valores provenientes das negociações.

As medidas autorizadas pela Justiça têm como objetivo recolher novas provas, identificar outros possíveis envolvidos e dimensionar a atuação do grupo nos três estados.

Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A Operação Arcanjo segue em andamento. O material apreendido será analisado pela Polícia Federal e poderá fornecer novos elementos para o avanço das investigações.

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