Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Polícia

Polícia Militar prende três faccionados por sequestro e tortura em Lucas do Rio Verde

Publicado em

Policiais militares do 13º Batalhão prenderam dois homens e uma mulher, todos membros de facção criminosa, por crimes de lesão corporal, sequestro e tortura, em Lucas do Rio Verde. Os suspeitos foram detidos em flagrante após tentarem aplicar um “salve” contra um homem, de 40 anos, nesta terça-feira (2.6).

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes do 13º BPM receberam denúncias, via 190, de que havia um homem gritando por socorro em uma residência, no bairro Veneza. Segundo os relatos recebidos, também foi possível ver dois homens e uma mulher agredindo a vítima e fugindo, minutos depois, em um veículo Gol prata.

Os policiais foram ao endereço informado e encontraram a vítima, que estava bastante nervosa e com escoriações visíveis na região do peitoral. O homem confirmou que os suspeitos chegaram no Gol e invadiram sua casa, onde a suspeita mulher o acusou de ter furtado o celular dela durante o fim de semana.

Ainda em relato, a vítima afirmou que a mulher começou a lhe agredir e os homens iniciaram chamadas com membros de facção criminosa para realizarem um tribunal do crime. Em seguida, a vítima disse que conseguiu se desvencilhar dos suspeitos e gritar por ajuda, momento em que a quadrilha saiu da casa e fugiu no veículo Gol.

Leia Também:  Polícia Civil prende dupla suspeita de envolvimento em crimes de receptação qualificada no comércio em Cuiabá

Diante das informações recebidas e das características dos criminosos, relatadas pela vítima, os militares iniciaram diligências aos supostos endereços dos suspeitos e encontraram o carro estacionado na frente de uma casa, em um bairro próximo.

As equipes entraram na casa e flagraram os três suspeitos reunidos. Eles foram abordados e detidos, sem apresentarem resistência. Na sequência, foram conduzidos para a Delegacia de Lucas do Rio Verde para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

Advertisement

Polícia

Delegado explica indiciamento por homicídio: “Ela tinha o dever legal de proteger a filha”; VEJA VÍDEO

Published

on

 Perícia constatou que recém-nascida encontrada em lixeira de condomínio, em Várzea Grande, nasceu com vida e respirou após o parto; Polícia Civil ainda investiga possível uso de substância abortiva

O delegado Rogério Gomes, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou nesta quinta-feira (27) que a recém-nascida encontrada morta em uma lixeira no Condomínio Parque Chapada do Poente, em Várzea Grande, nasceu com vida e chegou a respirar após o parto. Por esse motivo, segundo ele, a mãe da criança deverá responder inicialmente pelo crime de homicídio.

O caso veio à tona no dia 23 de julho, quando um funcionário responsável pela limpeza do condomínio encontrou o corpo da bebê dentro de uma caixa de papelão, durante a separação de materiais destinados à reciclagem.

Diante da repercussão do caso, a Polícia Civil iniciou imediatamente as investigações para identificar quem havia descartado a criança e localizar a mãe.

Segundo Rogério Gomes, os investigadores analisaram imagens das câmeras de segurança instaladas dentro e fora do condomínio. Nas gravações, a equipe identificou uma pessoa carregando e descartando um objeto semelhante à caixa onde o corpo foi posteriormente encontrado.

A partir das características físicas da suspeita, os policiais percorreram os blocos do residencial até chegar à mulher. Inicialmente, ela negou envolvimento, mas compareceu à delegacia para prestar depoimento.

Leia Também:  em Cuiabá/MT, Polícia Rodoviária Federal cumpre dois mandados de prisão em aberto durante fiscalização

Após ser confrontada com as imagens, a mulher admitiu que havia descartado a caixa na lixeira e confirmou ser a mãe da recém-nascida.

A investigada, de 25 anos, afirmou que o parto aconteceu durante a madrugada, enquanto o marido dormia. Segundo sua versão, ela não esperava entrar em trabalho de parto naquele momento e deu à luz sozinha, dentro do banheiro da residência.

Ela negou ter ingerido qualquer substância para provocar o aborto e também afirmou que não agrediu a criança. Conforme o relato apresentado à polícia, após o nascimento, ela descartou a bebê sozinha na lixeira do condomínio.

A mulher alegou ainda que não tinha certeza de que estava grávida. Segundo sua versão, continuava apresentando sangramentos e, por isso, acreditava que não estivesse em uma gestação.

A perícia constatou que a recém-nascida nasceu com vida e respirou, ainda que por um curto período. Os exames também não identificaram lesões, sinais de asfixia ou qualquer indício de violência física contra a criança.

A causa da morte, no entanto, ainda não foi esclarecida.

Segundo o delegado, a investigação precisa aguardar exames complementares para determinar se houve ou não a utilização de alguma substância abortiva antes do parto.

A mulher concordou voluntariamente em realizar exames para confirmar que havia passado recentemente por um parto. Também foi feita a coleta de material biológico para comparação de DNA e outros procedimentos considerados necessários para esclarecer completamente o caso.

Leia Também:  Polícia Militar prende em flagrante suspeito por feminicídio de esposa em Nova Mutum

Até o momento, a Polícia Civil não encontrou indícios da participação de outras pessoas. A investigada afirmou que o marido não sabia da gravidez e que apenas tomou conhecimento do ocorrido posteriormente.

Segundo a versão apresentada pela mulher, a decisão de colocar a recém-nascida na lixeira foi tomada em meio ao desespero e à confusão emocional após o parto inesperado.

O delegado Rogério Gomes explicou que, como a perícia constatou que a criança nasceu com vida, a mãe tinha o dever legal de proteção, guarda e vigilância.

Por essa razão, segundo a investigação, ela não poderia simplesmente descartar a criança sem buscar ajuda ou acionar o socorro.

A Polícia Civil aguarda agora os resultados dos exames complementares, que podem levar de um a três meses, dependendo da complexidade da análise. Caso seja comprovado o uso de substância abortiva ou qualquer outra intervenção para provocar o parto, o enquadramento jurídico poderá ser alterado ou receber novos desdobramentos.

Enquanto isso, a mulher deverá responder inicialmente pelo crime de homicídio, e o inquérito seguirá para esclarecer todas as circunstâncias que envolveram o nascimento e a morte da recém-nascida.

Veja vídeo

Continue Reading

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA