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Polícia

Polícia Civil prende condenado por estupro e aborto com consentimento da gestante

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Um homem condenado a mais de 10 anos de reclusão pelos crimes de estupro e aborto com consentimento da gestante, e procurado pela Justiça, foi preso pela Polícia Civil, na segunda-feira (07.4), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá).

Com mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da comarca local, o foragido, de 45 anos, foi preso pela Delegacia Especializada em Defesa da Mulher de Rondonópolis, em ação inserida na operação nacional Caminhos Seguros 2025.

Conforme apurado pela Polícia Civil, os crimes ocorreram no ano de 2010, quando o homem, na época com 30 anos, e a vítima, de 13 anos, mantiveram um relacionamento amoroso.

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A menor trabalhava no comércio da família do suspeito, e ao saber que a adolescente havia engravidado comprou um medicamento e convenceu ela a interromper a gestação.

Na ocasião, o pai da vítima descobriu o aborto e registrou a ocorrência. Os crimes foram apurados e o suspeito indiciado por estupro e aborto com consentimento da gestante. No decorrer do processo criminal o réu foi condenado a 10 anos e 4 meses de reclusão.

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Em cumprimento ao mandado de prisão, o preso foi conduzido para 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis para as providências cabíveis e posteriormente colocado â disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia

PF mira esquema de ouro ilegal que movimentou R$ 5,2 milhões em MT

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Operação Arcanjo cumpre 22 mandados de busca e apreensão e duas prisões preventivas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Arcanjo para desarticular um grupo suspeito de atuar na compra, transporte, venda e ocultação de ouro de origem ilícita. A ação ocorre simultaneamente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Ao todo, a Justiça Federal autorizou o cumprimento de 22 mandados de busca e apreensão e duas prisões preventivas. Em Mato Grosso, as ordens são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda. Também há medidas em Campo Grande (MS) e São José do Rio Preto (SP).

Segundo a investigação, o esquema teria início na região de Poconé, onde o ouro seria extraído ilegalmente. O minério seguiria posteriormente para São José do Rio Preto, onde seria recebido e armazenado em um estabelecimento utilizado para a comercialização.

A apuração identificou uma divisão de funções entre os investigados. O grupo seria composto por fornecedores, intermediários, transportadores, compradores e pessoas responsáveis pela movimentação financeira.

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As investigações apontam ainda que aproximadamente 17,3 quilos de ouro estariam relacionados às negociações sob apuração. A movimentação financeira identificada pelos investigadores ultrapassa R$ 5,2 milhões.

Além da comercialização do minério, a PF investiga possíveis mecanismos empregados para ocultar ou disfarçar a origem dos valores obtidos com as transações. A suspeita é de que parte dos recursos tenha sido movimentada por meio de operações destinadas a dificultar o rastreamento do dinheiro.

A investigação aponta que a organização mantinha uma estrutura destinada a viabilizar o transporte do ouro até os compradores e, posteriormente, a circulação dos valores provenientes das negociações.

As medidas autorizadas pela Justiça têm como objetivo recolher novas provas, identificar outros possíveis envolvidos e dimensionar a atuação do grupo nos três estados.

Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A Operação Arcanjo segue em andamento. O material apreendido será analisado pela Polícia Federal e poderá fornecer novos elementos para o avanço das investigações.

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