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Polícia Civil esclarece tentativa de homicídio com prisão de suspeito e apreensão de diversas armas de fogo em Canarana

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Canarana (823 km a leste de Cuiabá), deflagrou nesta terça-feira e quarta-feira (27 e 28.02), a Operação Reflexo para esclarecimento de uma tentativa de homicídio, ocorrida a aproximadamente dois meses na cidade. A ação resultou na apreensão de diversas armas de fogo de uso restrito e uso permitido e na prisão de duas pessoas, entre elas, o autor do crime.

O crime ocorreu na região central da cidade, ocasião em que o suspeito efetuou nove disparos de arma de fogo contra a vítima, que conseguiu se proteger atrás de um veículo, não sendo atingida.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Polícia Civil iniciou uma série de diligências, conseguindo identificar o autor do crime, que a princípio, teria motivações passionais. Diante dos fatos, o delegado titular de Canarana, Flávio Leonardo, representou pelo mandado de busca e apreensão com a finalidade de localizar e apreender a arma de fogo utilizada na ação criminosa.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais localizaram uma arma de fogo, diferente da que teria sido usada na tentativa de homicídio. O suspeito foi preso em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo e em interrogatório policial, confessou a autoria da tentativa de homicídio.

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Novas diligências foram realizadas e a equipe de policiais da Delegacia de Canarana descobriram que a arma de fogo utilizada na tentativa de homicídio teria sido vendida para outra pessoa. Com a informação, foi representado e deferido pela Justiça um novo mandado de busca e apreensão, que foi cumprido, na tarde de quarta-feira (28), em uma residência localizada em uma fazenda na área rural de Canarana.

Nas buscas no local, os policiais encontraram a arma de fogo utilizada no atentado contra a vítima, além de diversas outras armas de fogo e munições de uso restrito. Todo material ilícito encontrado na casa foi apreendido e o responsável pelo armamento foi conduzido à delegacia, onde foi autuado em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo uso permitido e de uso restrito.

A arma de fogo em questão foi localizada. Além disso, os policiais encontraram diversas armas de fogo e munições, incluindo armas e munições de uso restrito. Esse outro indivíduo também foi preso em flagrante pelos delitos de possuir ilegalmente arma de fogo de uso permitido, e de uso restrito.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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PF mira esquema de ouro ilegal que movimentou R$ 5,2 milhões em MT

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Operação Arcanjo cumpre 22 mandados de busca e apreensão e duas prisões preventivas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Arcanjo para desarticular um grupo suspeito de atuar na compra, transporte, venda e ocultação de ouro de origem ilícita. A ação ocorre simultaneamente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Ao todo, a Justiça Federal autorizou o cumprimento de 22 mandados de busca e apreensão e duas prisões preventivas. Em Mato Grosso, as ordens são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda. Também há medidas em Campo Grande (MS) e São José do Rio Preto (SP).

Segundo a investigação, o esquema teria início na região de Poconé, onde o ouro seria extraído ilegalmente. O minério seguiria posteriormente para São José do Rio Preto, onde seria recebido e armazenado em um estabelecimento utilizado para a comercialização.

A apuração identificou uma divisão de funções entre os investigados. O grupo seria composto por fornecedores, intermediários, transportadores, compradores e pessoas responsáveis pela movimentação financeira.

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As investigações apontam ainda que aproximadamente 17,3 quilos de ouro estariam relacionados às negociações sob apuração. A movimentação financeira identificada pelos investigadores ultrapassa R$ 5,2 milhões.

Além da comercialização do minério, a PF investiga possíveis mecanismos empregados para ocultar ou disfarçar a origem dos valores obtidos com as transações. A suspeita é de que parte dos recursos tenha sido movimentada por meio de operações destinadas a dificultar o rastreamento do dinheiro.

A investigação aponta que a organização mantinha uma estrutura destinada a viabilizar o transporte do ouro até os compradores e, posteriormente, a circulação dos valores provenientes das negociações.

As medidas autorizadas pela Justiça têm como objetivo recolher novas provas, identificar outros possíveis envolvidos e dimensionar a atuação do grupo nos três estados.

Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A Operação Arcanjo segue em andamento. O material apreendido será analisado pela Polícia Federal e poderá fornecer novos elementos para o avanço das investigações.

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