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OPERAÇÃO EXTENSÃO

“Mesmo preso em presídio federal, o suspeito continuava comandando a facção”, afirma delegado Victor Hugo; VEJA VÍDEO

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Operação Extensão cumpriu mandados em Sinop contra investigados que executavam ordens da liderança criminosa e movimentavam dinheiro da organização

O delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), afirmou que a Operação Extensão foi deflagrada para desarticular o núcleo responsável por cumprir ordens de uma liderança de facção criminosa que, mesmo presa na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), continuava exercendo influência sobre as atividades do grupo em Mato Grosso.

Segundo Caetano, os investigados desempenhavam funções estratégicas para manter o funcionamento da organização criminosa, desde a movimentação de recursos ilícitos até a execução das determinações repassadas pela liderança.

A operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (1º), em Sinop, onde a Polícia Civil cumpriu dois mandados de busca e apreensão. Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, com o objetivo de interromper a movimentação de valores supostamente ligados à facção.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela GCCO e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cuiabá, com apoio da Draco de Sinop.

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O principal alvo é L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da organização criminosa na região norte do Estado.

As investigações tiveram início em 2024, após a transferência da principal liderança do grupo para o sistema penitenciário federal. Mesmo custodiado, conforme apurado pela Polícia Civil, o criminoso continuava emitindo ordens que eram executadas pelos integrantes em liberdade.

Durante as apurações, os policiais identificaram uma estrutura voltada à movimentação financeira da facção, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos recursos obtidos por meio das atividades criminosas.

As buscas têm como objetivo apreender celulares, documentos e outros materiais que possam fortalecer as investigações, além de identificar novos integrantes da organização criminosa e ampliar as provas dos crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

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Polícia

Polícia Militar resgata jovem mantida em cárcere privado em Cuiabá

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Policiais militares do 3º Batalhão resgataram, na noite desta terça-feira (30.6), uma jovem, de 16 anos, vítima de violência doméstica e mantida em cárcere privado, no bairro Três Barras, em Cuiabá. Na ação, um homem, de 21 anos, foi preso em flagrante.

Testemunhas relataram que ouviram gritos de socorro vindos do imóvel. No local, as equipes identificaram que a casa aparentava estar vazia, com todas as luzes apagadas e o portão trancado. No entanto, o pai do suspeito apareceu e autorizou a entrada das equipes.

Durante as buscas, a vítima saiu do interior da residência chorando, segurando uma criança nos braços. Ela apresentava lesões aparentes no rosto e no braço. A mulher contou aos policiais que foi agredida com socos e chutes porque o suspeito estava irritado, pois não continha entorpecentes.

Ela também relatou que era impedida de sair da residência e estava sem acesso a qualquer meio de comunicação. A princípio, ela contou que o agressor não estava no local, mas depois revelou que ele havia fugido pelo forro da casa ao perceber a entrada dos policiais militares.

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Ao ser abordado, ele se apresentou com um nome falso, sendo posteriormente, devidamente identificado. O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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