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Premiação incentiva cidadania e uso consciente da internet

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O Governo de Mato Grosso realizou, nesta terça-feira (2), a cerimônia de premiação da primeira edição do projeto Estudante – Cidadão do Futuro, iniciativa que envolveu dez escolas estaduais e 150 alunos, com o objetivo de promover ética digital, cidadania e uso responsável da internet entre jovens. O evento, realizado no Palácio Paiaguás em Cuiabá, reuniu autoridades e parceiros institucionais que reforçaram a importância da formação cidadã.Presente na solenidade, o promotor de Justiça coordenador do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e Probidade Administrativa do Ministério Público de Mato Grosso, Gustavo Dantas Ferraz, ressaltou o caráter preventivo das ações desenvolvidas pelo projeto. Para ele, iniciativas como essa são fundamentais para estimular a reflexão e a responsabilidade antes que ocorram danos relacionados ao uso inadequado das tecnologias.“Quando trabalhamos prevenção, estamos evitando problemas futuros. É essencial que os jovens compreendam que suas atitudes no ambiente digital têm impacto real, e que a cidadania também se exerce online”, afirmou o promotor de JustiçaO projeto, executado pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), contou com palestras, oficinas e visitas institucionais, além de um concurso de vídeos sobre cidadania e ética digital. Ao todo, cerca de 1.700 estudantes foram impactados pela programação.Durante a cerimônia, o controlador-geral do Estado, Paulo Farias, destacou que o projeto fortalece a cultura de integridade e contribui para a formação cidadã nas escolas. “Fico muito feliz em reconhecer o esforço de cada escola, dos professores e dos estudantes que, nos últimos 45 dias, se dedicaram e produziram vídeos excelentes. Trabalhar cultura de integridade é investir no futuro. O Estudante – Cidadão do Futuro tem se tornado referência nacional”, afirmou.Premiação – A Escola Estadual Estevão Alves Corrêa conquistou o primeiro lugar com o vídeo “Suas atitudes online têm impacto no mundo real”, recebendo R$ 3 mil para o grêmio estudantil. Em segundo lugar ficou a Escola Dione Augusta Silva Souza, com “Menos Tela: Mais Cena”, premiada com R$ 2 mil. Já a terceira colocação foi da Escola José Leite de Moraes, autora do vídeo “Cidadania Digital: o que você faz quando ninguém está vendo?”, que recebeu R$ 1 mil. Além dos prêmios em dinheiro, as escolas vencedoras ganharam kits de gravação, e os estudantes receberam fones Bluetooth e smartwatches. Professores orientadores também foram contemplados com celulares.Mais informações podem ser acessadas em estudantecidadaodofuturo.mt.gov.br.(Com informações da Controladoria Geral do Estado). Foto: Tonico Pinheiro | Secom-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Quando Estado atua só na repressão, age nas consequências, diz juíza

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“Quando o Estado entra apenas para reprimir, já estamos trabalhando com as consequências.” A afirmação da juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, Anna Paula Gomes de Freitas, feita durante o 1º Encontro dos Direitos e Garantias Fundamentais de Crianças e Adolescentes na Perspectiva Nacional e Internacional e o 5º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mato Grosso, realizados nos dias 18 e 19 de maio, em Cuiabá, aponta para a necessidade das instituições públicas atuarem mais preventivamente para melhor proteger os direitos fundamentais desses segmentos da população, hoje expostos às mais diversas formas de violência.Coordenadora do evento, a magistrada defendeu o fortalecimento das ações preventivas e da rede de proteção diante do avanço de problemas que atingem diretamente crianças e adolescentes, como violência digital, vulnerabilidade social e recrutamento por facções criminosas.A juíza ponderou que a programação foi construída a partir das situações que mais têm impactado a vida de crianças e adolescentes na atualidade.“Nós selecionamos esses temas pensando no que vem atingindo mais a vida das crianças e adolescentes atualmente. Nós temos fases, ora são as facções criminosas, ora o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital. Estamos vivendo um tempo em que as crianças estão sendo altamente prejudicadas pelo uso indiscriminado da internet”, afirmou.Anna Paula Gomes de Freitas alertou para os efeitos emocionais provocados pela exposição excessiva às redes sociais e pelo ambiente virtual sem acompanhamento adequado.“O uso excessivo das redes por parte das crianças e adolescentes vem deixando-os ansiosos, talvez até tendentes ao suicídio. Nós estamos preocupados com esses temas e, com base nisso, fizemos a seleção daquilo que deve ser tratado aqui e do que vem apresentando os maiores problemas atualmente na proteção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes”, destacou.Realizado em 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o encontro também trouxe para o centro das discussões a necessidade de fortalecer a atuação preventiva do Estado e da rede de proteção.“Essa é a principal preocupação da rede de proteção: estar fortalecida. Falta o Estado estar mais presente, dar mais respostas, não só no sentido de punição, mas principalmente no sentido de apoio”, ressaltou a juíza.De acordo com a coordenadora do evento, muitas famílias em situação de vulnerabilidade precisam de suporte para evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a riscos e à criminalidade.“A maioria dessas famílias é vulnerável. Elas precisam de uma estrutura, de apoio do Estado, para tirar os filhos de situações em que eles se colocam à mercê do risco”, pontuou.Ao defender políticas públicas mais efetivas e integradas, Anna Paula Gomes de Freitas reforçou que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes deve priorizar a prevenção.“Nós precisamos adiantar um passo nesse sentido para atuar mais preventivamente. Precisamos estar mais presentes, não só na educação, mas também na preparação dessas crianças, adolescentes e famílias, para que eles não cheguem a entrar em situação de risco”, concluiu.Além do Poder Judiciário de Mato Grosso, do Ministério Público Estadual e da Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), participam da organização dos encontros a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis), Escola dos Servidores, Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). O evento conta ainda com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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