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Auxílio Gás começa a ser pago nesta terça (15/4); confira calendário

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O governo federal libera, a partir desta terça-feira (15/4), o pagamento do Auxílio Gás referente a abril. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o benefício de R$ 108 será pago a 5,37 milhões de famílias.

Os depósitos ocorrerão de forma escalonada, conforme o dígito final do Número de Identificação Social (NIS). Nesta terça, recebem os beneficiários de NIS final 1. O cronograma segue até 30 de abril.

Confira o calendário:

  • NIS de final 1: 15 de abril
  • NIS de final 2: 16 de abril
  • NIS de final 3: 17 de abril
  • NIS de final 4: 22 de abril
  • NIS de final 5: 23 de abril
  • NIS de final 6: 24 de abril
  • NIS de final 7: 25 de abril
  • NIS de final 8: 28 de abril
  • NIS de final 9: 29 de abril
  • NIS de final 0: 30 de abril

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Antecipação

Em 659 municípios que estão em situação de emergência ou estado de calamidade pública, o pagamento do Auxílio Gás será antecipado. Nesses casos, as famílias receberão o pagamento nesta terça, sem a necessidade de seguir o calendário escalonado. Segundo o MDS, o total de repasses para estas cidades soma R$ 34,38 milhões em abril.

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O Auxílio Gás é pago bimestralmente a famílias de baixa renda registradas no Cadastro Único. O valor busca minimizar o impacto do gás de cozinha na renda dos beneficiários.

Nesta terça, o governo também começa o pagamento do Bolsa Família de abril. De acordo com o ministério, o benefício contempla 20,48 milhões de famílias, com investimento de R$ 13,66 bilhões, neste mês.

 

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“Pedido de vista” de Dino interrompe análise sobre possível investigação de Moraes no STF

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Placar estava empatado em 4 a 4 sobre a reunião dos procedimentos; Corte ainda não decidiu se haverá investigação contra o ministro

O Supremo Tribunal Federal (STF) terminou a sessão de terça-feira (15) sem decidir se será aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. A análise foi interrompida depois que Flávio Dino pediu vista do processo, solicitando mais tempo para examinar os autos.

Antes de discutir diretamente a possibilidade de investigação, os ministros concentraram o julgamento em uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. O ponto central era definir se os procedimentos relacionados a Moraes e ao ministro André Mendonça deveriam tramitar juntos ou separadamente.

A discussão terminou empatada em 4 a 4. Edson Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia votaram pela tramitação separada. Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes defenderam que os casos fossem analisados conjuntamente.

Com o pedido de vista de Dino, a votação foi suspensa e não houve conclusão sobre a organização dos procedimentos.

Na prática, o STF não autorizou a abertura de uma investigação contra Moraes, mas também não arquivou o caso nem decidiu que uma apuração é juridicamente inviável. A questão deverá voltar ao plenário em outra sessão.

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O caso está relacionado a documentos e mensagens atribuídos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que provocaram questionamentos sobre possíveis relações com integrantes do Judiciário. O material passou a ser analisado nos procedimentos que chegaram ao Supremo.

A sessão também foi marcada por divergências entre os ministros sobre a condução dos processos. Com a interrupção provocada pelo pedido de vista, o STF encerrou o julgamento sem uma decisão definitiva sobre a eventual investigação de Moraes.

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