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Agronegócio

Projeto Imea em Campo entra na segunda fase agora no milho

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O projeto Imea em Campo, desenvolvido em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja‑MT) e o Instituto Mato-Grossense do Agronegócio (Iagro), chega à sua segunda fase, agora dedicado ao levantamento técnico das lavouras de milho.

Na primeira etapa, voltada à soja, o projeto percorreu mais de 31 mil quilômetros, passando por 88 municípios e realizando mais de 800 avaliações técnicas ao longo de 57 dias de atividades em campo. Agora, com o avanço da segunda safra — o milho —, os números seguem crescendo, consolidando um dos maiores levantamentos técnicos presenciais do agronegócio em Mato Grosso.

A iniciativa leva informações precisas diretamente do campo para produtores, cooperativas e agentes do mercado, oferecendo dados fundamentais sobre o desenvolvimento das lavouras, produtividade estimada e desafios enfrentados nesta safra. Essas informações ajudam o produtor a tomar decisões mais assertivas na gestão da propriedade e nas estratégias comerciais.

A metodologia do projeto consiste em visitas presenciais, nas quais equipes técnicas percorrem propriedades rurais em todo o estado para avaliar, in loco, as condições das lavouras. São observados indicadores como sanidade das plantas, estágios de desenvolvimento, impacto climático e potencial produtivo por região. A coleta de dados permite gerar análises consistentes sobre o andamento da safra, antecipando riscos e oferecendo maior previsibilidade ao setor.

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Agora, com o avanço da segunda safra — o milho —, os números seguem crescendo, consolidando um dos maiores levantamentos técnicos presenciais do agronegócio em Mato Grosso. O resultado é um retrato real das condições de produção, que fortalece o planejamento dos produtores e contribui para a sustentabilidade econômica do setor.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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